Banco Central nega falha de segurança no Pix e alerta contra golpes

O Banco Central negou que golpes por meio do Pix sejam feitos por falhas de segurança no sistema. Na divulgação da campanha “O Pix é novo, mas os golpes são antigos” divulgada para imprensa e usuários na última sexta-feira (30), a empresa afirmou que os golpes ocorrem por meio de manipulação de contextos sociais por fraudadores

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Segundo a autoridade monetária, cabe ao usuário reforçar os cuidados para não ser prejudicado. “Em situações de medo ou ganância, pare e pense no contexto e se faz sentido. Então, tome domínio da situação”, afirmou o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, no painel de encerramento da campanha. 

O evento foi transmitido ao vivo pela internet e o Banco Central ressaltou que o Pix é apenas um meio de pagamento e não o responsável pelo descuido dos usuários que caem em fraudes.

Segundo os participantes do evento, os principais golpes são feitos através de: pedido de dinheiro por aplicativo de mensagem clonado de amigos e familiares, como o Telegram ou Whatsapp; via SMS, e-mail ou ligações que pedem atualização de cadastros através de páginas falsas. 

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O Banco Central informou que é necessário optar pelos mecanismos tradicionais de transferência e conferir os dados do receptor, como nome completo, telefone e documentos, como o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

Conteúdo de fact-checking do PaiPee.