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Jair Bolsonaro nega ter se referido à China ao falar de “guerra química”

O presidente Jair Bolsonaro negou que tenha sugerido que a China foi a “criadora” da Covid-19 e ajudado a disseminar a doença pelo mundo. Em um discurso em Brasília, o político teria insinuado que o país seria o responsável pela origem do problema.

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No entanto, na noite da última quarta-feira (05), durante a recepção do brasileiro Robson Oliveira, que ficou preso injustamente na Rússia por dois anos, o presidente negou que tenha citado o nome do país. Segundo informações da Jovem Pan, Jair Bolsonaro afirmou que em nenhum momento usou a palavra ‘China’ em suas falas.

O presidente ainda ressaltou que existem boas relações comerciais entre os países. “Eu falei a palavra China hoje de manhã? Não falei. Eu sei o que é guerra química, guerra nuclear. Só falei isso, mais nada. Agora, ninguém fala onde nasceu o vírus”, disse o político.

“Falem! Ou estão temendo alguma coisa?” Eu não falei a palavra China, não estava no discurso”, ressaltou Bolsonaro. Dentre os assuntos abordados, ele afirmou que pode ser anunciada em breve a liberação de milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca dos Estados Unidos para o Brasil. 

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De acordo com as informações, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pode anunciar a liberação de imunizantes que não estão sendo aplicados em território norte-americano. Jair Bolsonaro afirmou que se a liberação acontecer, ele vai elogiar e agradecer a Biden pela atitude, mesmo que não o tenha apoiado durante as eleições em 2020. 

Conteúdo de fact-checking do PaiPee.