Delegado desmente áudios sobre o caso Marco Aurélio

Após ter sido reaberto o inquérito do desaparecimento do escoteiro Marco Aurélio Simon, o delegado Fábio Cabett desmentiu a veracidade de áudios que circulam em aplicativos sobre o caso. Segundo as gravações, o menino, que tinha 15 anos na época de seu desaparecimento, em 1985, teria sido morto por um homem com problemas psiquiátricos.

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O delegado responsável pelo caso descartou essa versão e pediu cuidado com as informações compartilhadas. “Tem essa informação, de que o pai [do suposto criminoso] teria enterrado o garoto [Marco Aurélio] debaixo da cama para proteger o filho, mas essa pessoa [responsável pelo áudio] não disse nada disso”, pontuou Cabett. “Agora, todo cuidado é pouco. Essas informações só atrapalham o nosso trabalho”, concluiu.

Entenda o caso

O escoteiro Marco Aurélio desapareceu após se separar de seu grupo em uma subida até o cume do Pico dos Marins, no estado de São Paulo. Com autorização de seu líder, o menino foi sozinho buscar ajuda para um dos companheiros, que havia torcido o pé. 

Em 28 dias de busca, nenhuma pista foi encontrada. O inquérito foi arquivado em 1990 e reaberto 36 anos depois, investigando a possibilidade de o corpo ter sido enterrado no local do desaparecimento ou a de Marco Aurélio ainda estar vivo. O pai, de 82 anos, segue procurando respostas.

Conteúdo de fact-checking do PaiPee.