Adriana Bombom rebate críticas após vídeo comprando em loja acusada de racismo: “Sou negra e sou livre”

Nesta segunda-feira (1) a apresentadora e modelo Adriana Bombom foi muito criticada nas redes sociais ao aparecer em um vídeo fazendo compras em uma loja que foi acusada de racismo recentemente. No vídeo, Adriana é vista entrando na loja “Zara” e a legenda é “Quando recebo meu cachê”.

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A atitude de Adriana Bombom foi criticada porque, recentemente, foi vazado que funcionários da Zara eram instruídos a seguirem pessoas negras ou “mal vestidas” que entrassem na loja ao ouvirem um código por meio do sistema de som.

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Muitos seguidores especularam que se tratava de deboche por parte dela, defendendo a ex-dançarina do programa de Maria Meneghel, enquanto outros desaprovaram veemente a ação. Após os comentários dos fãs, ela se explicou nas redes sociais sobre a polêmica e disse que é livre.

Confira o vídeo de Adriana na loja:

Adriana se pronunciou após polêmicas 

“Quero dizer que o objetivo não era ofender e nem desmerecer ninguém, pois eu me assumo muito bem como uma mulher negra e uma mulher do povo, pois sou de origem muito humilde, passei a minha infância num orfanato e depois fui viver num quarto de empregada na zona sul do Rio até ficar adulta. Como muitas negras eu também já passei por vários perrengues de preconceito, mas eu nunca me rendi às discriminações e sempre busquei com respeito, educação e simpatia conquistar os meus espaços, dentro dos lugares que eu queria estar”, iniciou o texto.

Adriana seguiu desabafando e disse que tem o direito de ir onde bem quiser. “Penso assim: se me acontecer algo desrespeitoso, eu vou buscar meus direitos e vou fazer valer a lei, mas não vou deixar de frequentar os lugares que quero, pois, se fizer isso, aí mesmo é que eu estarei fortalecendo a discriminação”, explicou.

“Não dá pra falar em empoderamento se ficarem criticando os irmãos que não se rendem ao preconceito, como eu. Ao invés de deixar de frequentar, por que esse povo não levanta a cabeça e persiste em ocupar os espaços que acham que merecem? E se, por acaso, acontecer algo ruim, que reclamem seus direitos, que busquem a lei e que punam os responsáveis, como a delegada de Fortaleza fez, poxa! Há muitos anos que eu compro nessa loja e gosto dos produtos e do atendimento. Eu nunca fui destratada, nem senti discriminação nem no Brasil e nem no exterior, onde não me conhecem”, seguiu.

Em outra postagem, Adriana continuou: “Sou negra e sou livre! Quanta polêmica e comentários desnecessários em cima dessa sua irmã aqui! Antes de criticarem, analisem a minha história e percebam que eu fui ocupando os meus espaços sem ter que brigar. Eu cresci na vida honestamente e me impondo sempre com educação, com respeito e com um sorriso no rosto, mesmo nas vezes que passei por algumas discriminações”.

Por fim, ela finalizou: “Nessa sociedade virtual o ser humano está ficando cada vez mais carente… E essa gente está se achando tão pequena, que precisa ficar provando o tempo todo a sua existência neste mundo apenas através das criticas aos outros… Aff! Tô passada!”

Confira na íntegra as duas publicações feita por Adriana:

Conteúdo de fact-checking do PaiPee.

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