Um novo balanço sobre os Microempreendedores Individuais foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (21).
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Assim, a pesquisa mostrou que o número de MEIs que se tornaram empregadores passou dos 133 mil em 2022, um aumento de 36% em comparação com o ano anterior. A legislação permite até uma contratação por cadastro.
À época, mais de 14,5 milhões de brasileiros eram MEIs. O número representa 18,8% do total de ocupados, que é a soma de microempresários, funcionários e das pessoas inseridas no CEMPRE (Cadastro Central de Empresas) – que inclui assalariados, sócios e empresários.
No total, foram registrados 2,6 milhões de novos cadastros e 1,1 milhão de desligamentos, segundo o IBGE.
O balanço também trouxe os setores com mais microempreendedores individuais: serviços (51,5%), comércios (28,2%); indústria geral (10,6% ) e construção (9,4%).
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As atividades mais representativas eram:
Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza (9%%)
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (6%)
Restaurantes e estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (6%)
Serviços especializados em construção (4,6%)
Atividades de publicidade (4,2%)
Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida (3,4%)
Manutenção e reparação de veículos automotores (3,1%)
Atividades de ensino (3,1%)
Transporte rodoviário de carga (2,9%)
Comércio varejista (2,3%)
Fotocópias, preparação de documentos e serviços de apoio administrativo (2,2%)
Obras de acabamento (2,2%)
Comércio varejista de mercadorias em geral (2,1%)
Atividades de malote e de entrega (2%)
Confecção de peças do vestuário (1,9%)
A saber, a maioria dessas microempresas estavam concentradas no Sudeste, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
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