O Tribunal de Contas da União (TCU) promete uma fiscalização implacável sobre as “emendas Pix” e outras transferências de recursos do Orçamento da União. O presidente da Corte, Vital do Rêgo Filho, declarou em entrevista à TV Globo e ao portal G1 que o TCU será o responsável por administrar os repasses, afirmando que a Corte está agindo por necessidade legal.
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O escândalo? As emendas, embora ágeis, carecem de transparência, permitindo que governadores e prefeitos usem os recursos como bem entenderem, sem vinculação a programas federais! E o pior: em 2024, ano eleitoral, o valor movimentado bateu recorde – cerca de R$ 21 bilhões desde 2020.
“Os critérios para liberação, a gente toma conta aqui e vocês, nos estados, nos alimentam com informações do dinheiro que chegou aí”, afirmou o ministro, revelando a urgência de uma força-tarefa com os estados para combater a falta de fiscalização.
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Além disso, um dos maiores escândalos foi revelado em 2022 pelo jornal “O Estado de São Paulo”: cidades sem infraestrutura básica como energia e saúde, receberam milhões e os usaram para contratar shows eleitorais! Uma verdadeira farra com o dinheiro público. E agora, o TCU promete criar uma ferramenta online para rastrear a origem e destino desses recursos.
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