A saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou ao centro das atenções após ele ser fotografado com um hematoma visível em uma das mãos, disfarçado com maquiagem. O episódio ocorre em meio à recente revelação de que Trump foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, condição que prejudica o retorno do sangue das pernas ao coração. O diagnóstico veio próximo ao aniversário de 79 anos do presidente, que já é o mais velho a assumir o cargo na história do país.
A polêmica ganhou força após o vice-presidente J.D. Vance, de 41 anos, conceder uma entrevista ao USA Today. Ao ser questionado sobre sua prontidão para assumir a presidência caso necessário, Vance respondeu inicialmente com elogios à energia de Trump, destacando sua dedicação e ritmo intenso de trabalho. No entanto, ele também afirmou que “tragédias terríveis podem acontecer”, mas que acredita que Trump concluirá seu mandato. Vance ainda acrescentou que, caso algo ocorra, os últimos 200 dias de convivência com o presidente teriam sido um excelente treinamento.
A resposta foi amplamente repercutida nas redes sociais, gerando preocupação e críticas. Muitos internautas consideraram a fala “estranha” e “sombria”, com alguns sugerindo que soava como um presságio. A escolha das palavras e o tom da declaração alimentaram especulações sobre o real estado de saúde de Trump e sobre possíveis movimentações políticas nos bastidores.
Apesar disso, o médico da Casa Branca, Sean Barbabella, emitiu uma nota oficial descrevendo Trump como estando em “boa saúde” e “plenamente apto” para exercer suas funções. A declaração, no entanto, não foi suficiente para dissipar as dúvidas do público, que continua atento a qualquer sinal de mudança no cenário político.