O empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi liberado da prisão neste sábado (29/11), às 11h42, após decisão da desembargadora Solange Salgado da Silva, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). A magistrada revogou a ordem de prisão anterior e determinou que ele fosse solto com o uso de tornozeleira eletrônica.
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Além de Vorcaro, também obtiveram liberdade os ex-sócios Augusto Lima, Luiz Antônio Bull, Alberto Félix de Oliveira e Angelo Ribeiro da Silva. A decisão judicial foi emitida na noite de sexta-feira (28/11), o que gerou dúvidas sobre a possibilidade de instalar as tornozeleiras no fim de semana, já que esse procedimento não é usual nesses dias.
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No momento da soltura, Vorcaro usava camiseta branca, calça jeans, boné preto e chinelos. Os investigados deverão seguir medidas cautelares, como comparecimento regular à Justiça, proibição de contato com outros envolvidos e testemunhas, e restrição de saída do município onde residem sem autorização judicial. Também estão proibidos de exercer atividades de gestão em empresas, especialmente as ligadas à investigação.
A monitoração eletrônica foi considerada suficiente para garantir o cumprimento das restrições impostas e prevenir novas infrações. As tornozeleiras deverão ser mantidas em bom funcionamento pelos investigados.
O caso de Vorcaro chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e foi distribuído ao ministro Dias Toffoli. A defesa do banqueiro havia recorrido anteriormente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), e agora apresentou reclamação ao STF após a citação de um deputado federal nas investigações, o que atrai a competência da Corte.
A defesa pediu que o ministro Nunes Marques fosse o relator, alegando conexão com outro processo já sob sua responsabilidade. No entanto, o sorteio designou Toffoli como relator. A reclamação tem como objetivo garantir que decisões anteriores do STF sejam respeitadas pelas instâncias inferiores.

