A coluna Fábia Oliveira revelou que o ano de 2026 começou sem as preocupações que rondavam Caio Castro, graças ao desfecho das ações judiciais iniciadas em 2024 contra o ator.
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Em 2024, Lucas Pereira Simões e Renan Roman Biazotti moveram ações separadas contra Caio Castro, a Nosso Lar Incorporação LTDA e os sócios Rodrigo Pacheco Silva e Renata da Costa Santos, questionando a conduta do ator no empreendimento imobiliário.
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Nos processos, os autores alegaram que a empresa não efetuou o registro de incorporação em cartório, prejudicando-os como proprietários, e pediram indenização. Caio Castro foi enquadrado como sócio oculto e garoto-propaganda, sendo responsabilizado pelos danos.
Descobrimos que Lucas e Renan firmaram acordos individuais com a Nosso Lar, Rodrigo e Renata. Em ambos os termos, desistiram de processar Caio Castro, excluindo-o de qualquer vínculo legal.
Segundo os pactos, a incorporadora e seus sócios têm até seis meses para entregar a matrícula dos imóveis adquiridos, sob multa em caso de descumprimento. Homologados pela Justiça, esses acordos encerram o envolvimento de Caio Castro com o escândalo imobiliário.

