Ao longo das últimas décadas, as previsões atribuídas a videntes do passado frequentemente ressurgem à medida que um novo ano se aproxima. Baba Vanga, uma mística búlgara falecida em 1996, é um dos nomes mais mencionados, associada a presságios sobre conflitos, inovações científicas e mudanças globais, especialmente em tempos de incerteza internacional.
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Em 2025, as interpretações relacionadas a Baba Vanga ganharam destaque, mencionando tensões militares na Europa, grandes terremotos, desenvolvimento de órgãos humanos em laboratório e uma nova fonte de energia. Essas leituras surgiram paralelamente a previsões mais drásticas de Nostradamus, que incluíam epidemias e impactos de asteroides, eventos que não se concretizaram.
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Para 2026, os intérpretes das mensagens de Baba Vanga preveem um aumento de conflitos globais, abrangendo disputas políticas e econômicas em várias regiões, ao contrário do foco anterior em um confronto entre Oriente e Ocidente. Apesar do agravamento das tensões, acredita-se que não haverá um colapso total da civilização, com o fim do mundo previsto para um futuro distante.
Outro aspecto relevante é a suposta revolução na inteligência artificial, com sistemas dominando setores-chave e influenciando decisões econômicas e sociais. Essa leitura se alinha com os debates atuais sobre automação e a substituição de funções humanas.
Além disso, a medicina aparece nas previsões, com a possibilidade de produção de órgãos artificiais. Embora a produção em larga escala ocorra mais tarde, alguns consideram 2026 como um ano de avanços significativos nessa área. Avanços científicos recentes, como transplantes experimentais de órgãos de animais geneticamente modificados em humanos, alimentam essa conexão entre previsões e progressos reais.

