
Flor e bilhete em tributo às vítimas do incêndio em Crans-Montana (Foto: Instagram)
A Suíça decretou luto nacional de cinco dias por conta do incêndio em um bar na estação de esqui Crans-Montana, que ocorreu durante as celebrações do Ano-Novo.
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O fogo começou por volta de 1h30 no bar Le Constellation, matou cerca de 40 pessoas e deixou ao menos 115 feridos, muitos em estado grave.
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O presidente Guy Parmelin classificou o episódio como um dos mais traumáticos da história suíça, lamentando principalmente as “vidas jovens que foram perdidas e interrompidas”.
Autoridades do cantão de Valais apontam que um flashover provocou uma ou mais explosões. A polícia trata o caso como acidente e exclui ação criminosa.
Logo após o incêndio, 43 ambulâncias, 13 helicópteros e 150 paramédicos foram mobilizados, com apoio de equipes internacionais. A área foi totalmente isolada.
Crans-Montana, com 10 000 moradores e 2 600 leitos, recebe muitos italianos e franceses. A Itália confirmou 13 feridos e seis desaparecidos, e a França, nove hospitalizados e oito sumidos.
Hospitais como Lausanne e Zurique atingiram a capacidade máxima. A identificação dos corpos deverá levar dias ou semanas; a primeira vítima confirmada é o golfista italiano Emanuele Galeppini.
Testemunhas relataram que velas com faíscas teriam iniciado o fogo, mas a procuradora-chefe Beatrice Pilloud não confirma essa versão. Os fogos de artifício foram proibidos devido à seca.

