
Pressão no Congresso: PF avança em operações que abalam eleições (Foto: Instagram)
Em 2025, três operações da Polícia Federal — Sem Desconto, Carbono Oculto e Compliance Zero — abalaram o Congresso Nacional e ganharam força para pesar no cenário eleitoral deste ano.
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Essas investigações atingiram figuras como Beto Louco, Daniel Vorcaro e Antonio Carlos Antunes, o “Careca do INSS”, ampliando o impacto sobre líderes da oposição, do governo e ministros do STF.
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A Sem Desconto expôs no primeiro semestre de 2025 a Farra do INSS, um esquema bilionário de descontos indevidos na folha de aposentados. Entre os alvos estão Weverton Rocha (PDT-MA) e Fábio Luís, filho do presidente Lula, suspeito de receber R$ 300 mil de Antonio Carlos Antunes. A CPMI do INSS foi prorrogada até poucos meses antes das eleições de 2026, mantendo o caso em evidência.
Ainda em 2025, a Operação Rejeito, de setembro, apura corrupção na mineração com Caio Mário Seabra, Alexandre Silveira e menção a Rodrigo Pacheco. Em dezembro, a Transparência investigou emendas parlamentares envolvendo Arthur Lira, e a Galho Fraco focou no uso irregular de verba parlamentar pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante.
A Carbono Oculto, em conjunto com a Receita Federal e o MPSP, mira adulteração de combustíveis ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Antônio Rueda é investigado por suposta propriedade oculta de jatos executivos, Beto Louco tentou delatar Davi Alcolumbre à PGR, e o presidente do PP, Ciro Nogueira, aparece em desdobramentos da operação.
No penúltimo mês de 2025, a Compliance Zero revelou um rombo de R$ 12 bilhões no Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro. Apesar das conexões de Vorcaro com Davi Alcolumbre e Ciro Nogueira, o maior impacto político recaiu sobre o ministro Alexandre de Moraes, alvo de pedidos de impeachment da oposição.

