
Jair Bolsonaro na superintendência da PF (Foto: Instagram)
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determine à Polícia Federal a correção do ruído constante do ar-condicionado na Sala de Estado-Maior onde está preso na superintendência da corporação. O pedido foi protocolado na noite de sexta-feira (2/1) e, conforme a defesa, o barulho age ininterruptamente, 24 horas por dia, prejudicando seu descanso e afetando sua saúde.
++ Renda passiva turbo: copie o sistema de IA que está fazendo gente comum lucrar
Segundo os advogados de Bolsonaro, “o ruído persiste sem interrupção, durante as 24 (vinte e quatro) horas do dia, gerando ambiente incompatível com o repouso mínimo necessário à manutenção das condições físicas e psicológicas do custodiado, configurando situação que ultrapassa o mero desconforto e passa a caracterizar perturbação contínua à saúde e integridade do preso”.
++ Copiloto derrubou avião de propósito vitimando 150 pessoas. Motivo vem à tona!
Bolsonaro está detido em uma Sala de Estado-Maior na Superintendência da PF. Os advogados argumentam que o ajuste no ar-condicionado é essencial para resguardar sua integridade física e mental, e afirmam que o problema já foi observado pelos próprios agentes responsáveis pela custódia.
Na petição, a defesa pede que as autoridades encarregadas do local adotem, com urgência, providências técnicas — como adequação do equipamento, isolamento acústico, alteração no layout ou outra solução equivalente — para assegurar condições adequadas de repouso e permanência.
O pedido ainda não foi analisado por Alexandre de Moraes, relator das ações penais relacionadas à tentativa de golpe.
Bolsonaro retornou à superintendência da PF na quinta-feira (1º/1) após receber alta do Hospital DF Star, onde esteve internado desde a véspera de Natal (24/12) e passou por quatro procedimentos médicos, incluindo três cirurgias.
Antes da alta, teve negado mais um pedido de prisão domiciliar. Moraes destacou que o histórico do ex-presidente — como a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica — e a falta de justificativa plausível não sustentam a concessão de um novo regime de cumprimento de pena.

