
Eduardo Bolsonaro pode ser desligado da PF por abandono de cargo (Foto: Instagram)
Após ter o mandato na Câmara cassado, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro pode ser desligado do cargo de escrivão na Polícia Federal por meio de um processo administrativo previsto para ser instaurado entre meados de março e o início de abril, segundo investigadores ouvidos pelo Metrópoles. Eles consideram também que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro dificilmente voltará ao Brasil, já que é réu no Supremo Tribunal Federal, e apontam que Eduardo chegou a afirmar que a PF “pode fazer o que bem entender com meu concurso”.
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A PF publicou no Diário Oficial da União que Eduardo deveria reassumir imediatamente as funções em Angra dos Reis (RJ), onde o salário inicial do escrivão varia de R$ 14.164,81 a R$ 21.987,38. No entanto, ele não compareceu nem em um dia desde a data de convocação.
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A corporação já anotou faltas injustificadas desde 19 de dezembro de 2025. Com quase 60 ausências, o procedimento disciplinar deverá enquadrá-lo por abandono de cargo. Embora considerem instaurar o PAD antes, os investigadores preferem aguardar o limite para reduzir riscos de questionamentos judiciais.
Eduardo Bolsonaro também responde a outro PAD na PF, aberto em outubro do ano passado, por supostas condutas de improbidade, insubordinação grave e transgressões ao decoro, conforme o artigo 132 da Lei nº 8.112/90.
Fontes do Metrópoles revelam que esse processo disciplinar já está em fase avançada e com conclusão prevista. Caso ele seja demitido no PAD dos EUA, o procedimento sobre as faltas pode ser arquivado por perda superveniente do objeto. Todos os trâmites são conduzidos pela Corregedoria.

