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Operação militar dos EUA na Venezuela é alerta à América Latina

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Donald Trump anuncia operação militar relâmpago na Venezuela (Foto: Instagram)

A ação militar recente dos Estados Unidos na Venezuela, destinada à captura de Nicolás Maduro, não se resume a um episódio isolado, mas configura uma mensagem clara a toda a América Latina. Historicamente vista como o “quintal” norte-americano, a região volta a sofrer uma postura intervencionista que o presidente Donald Trump sequer tentou esconder.

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Embora o governo Trump tenha usado o combate ao narcotráfico como justificativa inicial, os fatos apontam para um objetivo bem mais pragmático: tomar o controle das maiores reservas de petróleo do mundo. Ao declarar abertamente a intenção de “administrar a Venezuela” e reconstruir sua indústria petrolífera em favor de empresas americanas, o presidente Donald Trump expôs seu real propósito de intervir diretamente nas riquezas do país.

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A rapidez da operação – com Maduro sendo detido em apenas 47 segundos – sugere que as forças venezuelanas o entregaram sem resistência. O perigo, porém, está no precedente gerado: se os EUA podem intervir para evitar “vizinhos hostis”, por que a Rússia não faria o mesmo na Europa Central ou a China em relação a Taiwan? O mundo fica assim mais instável e radicalizado.

Para o Brasil, o recado é direto. Como nação que preserva notável independência e não é aliada incondicional, o país recebe atenção especial. Noblat lembra que o presidente Donald Trump já tentou interferir no cenário interno brasileiro ao exigir a suspensão do julgamento dos golpistas de 8 de janeiro em troca de concessões tarifárias. Resta a pergunta: se o resultado das urnas de 2026 desagradar Washington, o Brasil seria o próximo alvo?

O governo brasileiro condenou a intervenção, defendendo a soberania nacional venezuelana e não a figura de Maduro. Embora ele tenha se consolidado como ditador após eleições comprovadamente fraudulentas, nada justifica uma intervenção externa. Questões internas devem ser resolvidas pelo próprio povo.

É notável a velocidade com que líderes da direita brasileira, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Flávio Bolsonaro, manifestaram apoio à intervenção do presidente Donald Trump. Ao aplaudirem uma ação militar estrangeira em país vizinho, esses políticos revelam um alinhamento preocupante com práticas que desrespeitam o direito internacional e os princípios democráticos.

A intervenção na Venezuela mal começou, mas seus reflexos na estabilidade global e na autonomia da América Latina já apontam para tempos de profunda incerteza.

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