
Cirurgião prepara material de transplante de medula óssea em centro operatório (Foto: Instagram)
Uma pesquisa conduzida no Brasil analisou 501 procedimentos de transplante de medula óssea em que os doadores não eram completamente compatíveis. Os resultados indicam que essa modalidade apresenta perfil de segurança e eficácia satisfatório, semelhante ao observado em casos com doadores totalmente compatíveis.
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Os achados apontam que os pacientes submetidos a esses transplantes sem correspondência total não enfrentaram aumento significativo de complicações graves ou de rejeição. A sobrevida global e livre de doença também se mostrou comparável aos padrões de referência.
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O estudo reforça a ideia de que ampliar o uso dessa técnica pode reduzir o tempo de espera por transplante, beneficiando pacientes que não encontram doador 100% compatível na família ou em registros internacionais.
Para os autores, as evidências obtidas podem resultar em revisão de diretrizes clínicas e oferecer novas perspectivas terapêuticas, ampliando o acesso ao procedimento para um número maior de pessoas que dependem do transplante de medula óssea.

