Nas primeiras horas de um sábado que rapidamente ganhou destaque na mídia internacional, a capital da Venezuela, Caracas, foi alvo de uma operação militar liderada pelos Estados Unidos. Em seguida, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou em sua rede social que o ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, haviam sido capturados e levados para fora do país.
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A informação se espalhou rapidamente, acompanhada por uma declaração ainda mais impactante. Trump afirmou que, na ausência de liderança em Caracas, os EUA assumiriam temporariamente o controle da Venezuela, declarando: “Nós vamos administrar o país até que uma transição segura e adequada possa ser realizada”.
A fala de Trump levantou questões sobre soberania e os limites da intervenção militar estrangeira. Horas depois, em uma entrevista ao programa Fox & Friends, ele foi questionado se a ação contra Maduro poderia ser um alerta ao governo do México, referindo-se à presidente mexicana Claudia Sheinbaum.
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Trump respondeu de forma contundente, ressaltando que os cartéis dominam o México e que Sheinbaum não está no controle do país. Ele mencionou que já havia perguntado à presidente mexicana se ela desejava que os EUA eliminassem os cartéis, enfatizando que algo precisava ser feito em relação ao México.
O discurso de Trump reflete sua retórica anterior contra o governo venezuelano, acusando Maduro de facilitar o tráfico de drogas para os EUA. No entanto, dados do Government Accountability Office indicam que a maior parte das drogas, como o fentanil, entra nos EUA pela fronteira com o México. O Department of Homeland Security tem focado seus esforços tanto nas drogas quanto nos insumos químicos utilizados em sua produção, muitos dos quais vêm da China. As recentes declarações de Trump reacenderam debates sobre intervenções militares e a autonomia nacional.

