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Fundo ligado ao caso Master investiu R$ 4 mi em resort de irmãos de Toffoli

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Um fundo de investimento associado à complexa rede financeira vinculada ao Caso Master aplicou cerca de R$ 4,3 milhões em um resort no interior do Paraná que teve participação societária de familiares do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi inicialmente revelada pelo jornal Folha de S.Paulo e posteriormente confirmada pela CNN Brasil em reportagem recente.

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Segundo a apuração, o Arleen Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia adquiriu parte das ações do Tayayá Resort, um empreendimento imobiliário localizado em Ribeirão Claro (PR) que já teve como sócios dois irmãos de Toffoli e que também está ligado à DGEP Empreendimentos, empresa na qual um primo do ministro já figura como sócio.

Os dados societários consultados pela Folha constam em registros oficiais da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Receita Federal. Eles mostram que a participação do fundo na sociedade imobiliária esteve ativa até pelo menos maio de 2025, quando o balanço ainda registrava aportes significativos nas empresas familiares.

A ligação entre o Arleen e o chamado “Caso Master” se dá de forma indireta, por meio de sua participação em um fundo maior chamado RWM Plus, que recebeu aportes de outros veículos financeiros apontados pelo Banco Central como integrantes da rede de fundos utilizados pelo Banco Master S.A. em operações que estão sob investigação por suspeitas de irregularidades e fraude financeira.

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O ministro Dias Toffoli é relator no STF do inquérito que apura as supostas fraudes envolvendo o Master, após a defesa do empresário Daniel Vorcaro, fundador da instituição, argumentar que a tramitação deveria ocorrer na Corte Suprema. A transferência do caso e a manutenção de sigilo absoluto sobre diversos detalhes da investigação têm sido alvo de críticas por parte de juristas, parlamentares e analistas do mercado financeiro.

Apesar da relação societária entre o fundo investidor e empresas ligadas à família de Toffoli ser documentada, o Arleen Fundo de Investimentos não está formalmente sob investigação, e representantes tanto do ministro quanto dos familiares e da gestora associada, a Reag Investimentos, não se pronunciaram publicamente sobre as conexões. A defesa de Vorcaro, por sua vez, negou qualquer irregularidade envolvendo fundos, fraudes ou operações suspeitas, destacando que o Master nunca foi gestor, administrador ou cotista dos fundos citados.

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