
Erika Hilton menciona Bruna Marquezine ao denunciar ataques de incels (Foto: Instagram)
A deputada federal Erika Hilton mencionou a atriz Bruna Marquezine ao se posicionar sobre recentes supostos ataques virtuais orquestrados por membros de comunidades conhecidas como incels. Segundo relatos nas redes sociais, grupos de “involuntary celibates” teriam dirigido mensagens ofensivas e conteúdos depreciativos tanto à parlamentar quanto a outras figuras públicas. Hilton utilizou a referência a Marquezine para ilustrar como celebridades e representantes políticas são alvos frequentes desse tipo de hostilidade online.
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Em resposta aos ataques, a deputada federal destacou a necessidade de maior regulamentação e mecanismos de proteção contra discursos de ódio na internet. Ela argumentou que, ao se protegerem atrás de perfis anônimos, essas pessoas promovem assédio e propagação de violência simbólica. A citação de Bruna Marquezine serviu para reforçar o ponto de que artistas e personalidades de destaque acabam expostos a padrões abusivos semelhantes aos enfrentados por figuras políticas.
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O termo incel é uma abreviação de “involuntary celibate” (celibatário involuntário, em tradução literal) e designa um grupo que atribui sua condição afetiva a fatores externos, muitas vezes culpando mulheres e minorias por sua insatisfação. Originalmente nascido em fóruns internacionais, o fenômeno ganhou contornos de movimentos extremistas, com relatos de radicalização que incluem difusão de ideologias misóginas e ameaças virtuais. Em diversos países, autoridades estudam maneiras de coibir essas práticas sem ferir a liberdade de expressão.
Erika Hilton, eleita deputada federal em 2022, é reconhecida por sua atuação em defesa dos direitos LGBTQIA+, das mulheres e de populações marginalizadas. Primeira parlamentar transgénero a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados, ela tem enfrentado não apenas resistências institucionais, mas também ataques pessoais nas redes sociais. A reportagem destaca que Hilton vem utilizando sua visibilidade para chamar atenção para a cultura do ódio digital e propor aprimoramentos na legislação de combate a crimes cibernéticos.
Bruna Marquezine, por sua vez, soma experiências próprias com críticas e ataques online, sobretudo por integrar o universo de celebridades que atraem intensa exposição midiática. A atriz acumula milhões de seguidores em plataformas digitais e já manifestou publicamente as dificuldades de lidar com mensagens depreciativas. A evocação do nome de Marquezine por Erika Hilton reforça como personalidades de diferentes áreas podem compartilhar desafios semelhantes diante de dinâmicas de assédio que brotam no ambiente virtual.

