
Morre o deputado e presidente da Câmara de Salvador Alan Sanches (Foto: Instagram)
O deputado estadual e presidente da Câmara de Salvador, Alan Sanches, faleceu na manhã deste sábado (17/1) após sofrer um infarto fulminante. A confirmação da morte foi divulgada pelas assessorias parlamentar e legislativa que acompanhavam o trabalho do político em suas atividades públicas. O episódio ocorreu em Salvador, capital da Bahia, cidade onde Sanches atuava intensamente em ações voltadas ao desenvolvimento municipal e estadual. A notícia gerou comoção entre colegas de governo e entre a população que acompanhava sua trajetória.
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O parlamentar exercia o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa da Bahia, participando ativamente da votação de projetos de lei e da defesa de pautas de interesse regional. Simultaneamente, ocupava a presidência da Câmara Municipal de Salvador, órgão responsável pela fiscalização do executivo local e pela elaboração de normas municipais. Em ambos os papéis, mantinha uma agenda intensa de sessões, reuniões técnicas e atividades em comissões permanentes, buscando conciliar demandas diversas.
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Na Assembleia Legislativa da Bahia, os deputados estaduais são encarregados de propor, examinar e aprovar leis de alcance estadual, além de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. O trabalho inclui a participação em comissões temáticas — que tratam de áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura — e o acompanhamento de gastos do governo. Cada representante busca atender prioritariamente as necessidades dos municípios de sua base eleitoral, por meio de indicações e solicitação de emendas parlamentares.
Como presidente da Câmara Municipal de Salvador, Alan Sanches tinha a função de conduzir as sessões plenárias, definir a ordem do dia e gerenciar as atividades administrativas da casa legislativa. A presidência também envolve a relação institucional com o Poder Executivo municipal, o controle do cumprimento do regimento interno e o incentivo à transparência das ações dos vereadores. O cargo exige qualificação em gestão pública e habilidade para mediar debates entre diferentes correntes políticas.
Um infarto fulminante, conhecido por sua rápida evolução, ocorre quando há obstrução súbita de artérias coronárias, interrompendo o fornecimento de sangue ao músculo cardíaco. Essa privação de oxigênio, em geral, resulta em danos irreversíveis em poucos minutos e pode levar a uma parada cardíaca sem tempo para socorro efetivo. O termo “fulminante” é utilizado justamente pela intensidade e pelo caráter abrupto da condição, que frequentemente impede intervenções de emergência a tempo de salvar a vítima.
Dados de organizações de saúde internacional apontam que as doenças cardiovasculares continuam entre as principais causas de óbito no mundo. Fatores como hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol, tabagismo, sedentarismo e histórico familiar de problemas cardíacos aumentam o risco de desenvolver um infarto. Profissionais médicos recomendam a adoção de hábitos de vida saudáveis, consultas regulares e atenção aos sinais de alerta — dor no peito, falta de ar, sudorese intensa e fraqueza súbita — para reduzir a ocorrência de eventos dessa gravidade.

