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Dermatilomania pode deixar marcas físicas e emocionais em quem possui o transtorno

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Dermatilomania: o impulso de cutucar a pele que causa danos e abalo emocional (Foto: Instagram)

O transtorno conhecido como dermatilomania se caracteriza pelo impulso incontrolável de cutucar, beliscar ou arrancar a própria pele de maneira repetitiva. Esse comportamento compulsivo normalmente é desencadeado por situações de estresse intenso e por níveis elevados de ansiedade, que acabam servindo como gatilhos para o surgimento das crises. Na prática, o indivíduo acometido pela dermatilomania pode passar muitos minutos — ou até horas — tentando aliviar a tensão interna por meio desse ato de “alívio cutâneo”, o que pode resultar em lesões visíveis.

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Os sinais iniciais costumam aparecer em regiões de fácil acesso, como rosto, braços, mãos e pernas, onde ocorre uma repetição de pequenos “beliscões” na pele. Em contextos de rotina atribulada, com prazos apertados no trabalho ou em estudos, por exemplo, o quadro pode se agravar, pois a mente busca uma válvula de escape para a tensão acumulada. Muitas pessoas relatam que, antes de cada episódio, sentem um desconforto crescente que só cessa por completo quando começam a praticar o comportamento de cutucar a pele.

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As consequências físicas desse transtorno são evidentes: a pele afetada pode apresentar feridas abertas, crostas, cicatrizes escuras e até infecções em casos de rompimento da barreira cutânea. Esses sinais costumam levar a dermatites bacterianas ou fungicas secundárias, uma vez que as mãos, muitas vezes sem higiene adequada, entram em contato direto com as lesões. Além disso, serve como ponto de partida para quadros inflamatórios mais graves, que demandam cuidados dermatológicos específicos e, em alguns casos, aplicação de pomadas cicatrizantes ou antibióticos tópicos.

No plano emocional, a dermatilomania pode gerar culpa, vergonha e isolamento social. Muitas pessoas se sentem constrangidas ao exibir as marcas visíveis e tendem a evitar situações que exponham as lesões, como o contato físico ou o uso de roupas de manga curta. Esse comportamento pode levar à redução da autoestima e a um aumento da ansiedade, criando um círculo vicioso em que o próprio sofrimento emocional alimenta novas crises de cutucação. Em casos mais severos, o indivíduo chega a desenvolver quadro depressivo em função da frustração de não conseguir controlar o impulso de ferir a própria pele.

Reconhecida como um distúrbio de controle de impulsos, a dermatilomania exige acompanhamento multidisciplinar para um tratamento eficaz. A psicoterapia comportamental tem se mostrado uma das abordagens mais recomendadas, ajudando o paciente a identificar os gatilhos emocionais e a adotar técnicas de manejo do estresse. Em paralelo, o suporte de um dermatologista é fundamental para tratar as lesões e prevenir complicações. Com diagnóstico precoce e intervenção adequada, é possível reduzir os episódios de cutucação e minimizar tanto os danos físicos quanto o sofrimento emocional associado à dermatilomania.

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