
Momento descontraído de Layla Lima Ayub antes da prisão em operação policial (Foto: Instagram)
Na última sexta-feira, 16 de janeiro, Layla Lima Ayub e seu companheiro, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como Dedel, foram detidos em uma operação policial. As prisões ocorreram em cumprimento a mandados expedidos pela Justiça, no âmbito de investigações que apuravam a atuação de ambos em atividades relacionadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
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Segundo as autoridades, Layla é apontada como integrante de um núcleo de apoio ao PCC, organizando e repassando informações que beneficiariam a facção criminosa. A investigação sugere que ela desempenharia funções estratégicas de comunicação entre líderes do grupo e operadores externos, contribuindo para manutenção de fluxos financeiros e logísticos da organização.
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Jardel, por sua vez, foi detido junto à parceira e também responderá pela mesma investigação. Embora não haja confirmação de que ele exercia cargos de comando, fontes indicam que sua proximidade com Layla pode ter favorecido o contato entre o casal e membros do crime organizado. Ambos permanecem sob custódia, aguardando definição de eventuais medidas cautelares ou até mesmo pedido de prisão preventiva.
O Primeiro Comando da Capital, fundado em 1993 dentro do sistema prisional de São Paulo, é hoje uma das mais atuantes facções criminosas do país. Com estrutura hierárquica, a organização se envolve em tráfico de drogas, extorsões, assaltos a bancos e se infiltra em rotas de contrabando. Seu poder de fogo e rede de comandos chegam a diversos estados brasileiros, mantendo forte presença em presídios por meio de celulares e rádios.
Após as prisões de Layla e Jardel, o processo seguirá para análise judicial, incluindo audiência de custódia, onde os magistrados avaliarão a legalidade da detenção e eventual manutenção da prisão. Durante essa fase, também poderão ser solicitadas perícias e oitivas de testemunhas para fundamentar o inquérito. A defesa deles terá prazo para apresentar contestação e requerer diligências.
A operação faz parte de uma série de ações recentes contra o PCC, reforçando o compromisso das forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado. As apreensões e prisões buscam desestruturar cadeias de comando e enfraquecer o aparato logístico da facção, contribuindo para redução de crimes violentos e melhoria do sistema de segurança pública.

