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Frequentadores da Praia da Joaquina em Florianópolis protestam contra condições precárias de banho

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Banhistas reclamam de água turva e odor na Praia da Joaquina (Foto: Instagram)

Frequentadores do famoso balneário estão revoltados com a falta de condições para banho na praia da Joaquina, em Florianópolis. De acordo com relatos de banhistas presenciais, a água apresenta aspecto turvo e odor desagradável, o que tem afastado moradores locais e turistas que até então elegiam o ponto como um dos principais destinos de lazer da capital catarinense.

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Nas conversas entre frequentadores, a reclamação gira em torno da aparente falta de ações de limpeza e de fiscalização da qualidade da água. Muitos afirmam que o volume de resíduos trazidos pelas chuvas recentes, somado à instalação de redes de esgoto e à presença de detritos no costão rochoso, comprometeu a balneabilidade do local. Em redes sociais, vídeos e imagens captados por visitantes mostram manchas na água e acúmulo de materiais orgânicos, fatores apontados como determinantes para a insatisfação geral.

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A praia da Joaquina é reconhecida nacionalmente pelas dunas, pelas ondas fortes e pelas competições de surfe que acontecem ao longo do ano. A área de proteção ambiental que envolve o balneário exige cuidados especiais na preservação dos recursos hídricos e na manutenção da orla costeira. Tradicionalmente frequentada por praticantes de esportes aquáticos e por famílias em busca de lazer, ela costuma contar com pontos de apoio administrativo responsáveis por vistoriar a balneabilidade e emitir alertas em caso de contaminação.

Especialistas em gestão ambiental ressaltam que a qualidade da água de praia depende de diversos fatores, como o controle do escoamento superficial de bacias urbanas, a correta destinação de efluentes e a limpeza periódica de areia e rochas. Em períodos de chuva intensa, é comum o transporte de poluentes urbanos até o mar, o que pode elevar a concentração de micro-organismos e de matéria orgânica em suspensão. A prática de monitoramento inclui coletas regulares de amostras e análises de parâmetros como turbidez e presença de coliformes fecais.

A poluição em áreas costeiras afeta não só a saúde dos banhistas, mas também o equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Organismos como moluscos e algas podem acumular substâncias tóxicas presentes na água, comprometendo cadeias alimentares. Além disso, a deterioração das condições de banho gera impacto socioeconômico, já que o turismo litorâneo é fonte de rendimento para pescadores, comerciantes e prestadores de serviços locais, que veem diminuir o fluxo de visitantes em dias de alerta.

Diante do quadro, frequentadores cobram providências das autoridades municipais e estaduais responsáveis pelo saneamento e pela vigilância ambiental. Entre as demandas estão a intensificação na limpeza de galerias de águas pluviais, a retificação de redes de esgoto em áreas próximas ao costão e a publicação regular dos resultados das análises de balneabilidade. Enquanto isso, muitos banhistas optam por buscar praias vizinhas consideradas mais seguras para banho, deixando a Joaquina em segundo plano até que as condições retornem aos níveis desejados.

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