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Grávida de sete meses, Rayne Luiza manifesta preocupação com aproximação do ex à criança

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Rayne Luiza busca visitas supervisionadas para garantir segurança do bebê (Foto: Instagram)

Rayne Luiza, atualmente com sete meses de gestação, revelou publicamente o temor em relação à proximidade do ex-parceiro com o filho que está prestes a nascer. Segundo a gestante, a insegurança não se limita apenas ao contato presencial, mas também envolve possíveis interferências futuras no desenvolvimento emocional da criança. A preservação do bem-estar do bebê é sua prioridade, e ela busca auxílio jurídico para garantir um ambiente protegido desde os primeiros dias de vida.

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Em entrevista, Rayne Luiza explicou que o histórico do relacionamento inclui episódios que a fizeram questionar a capacidade do ex de manter limites respeitosos. Embora não haja registro de agressão física formalizado em boletim de ocorrência, a gestante mencionou episódios de constrangimento e de invasão de privacidade que a deixam apreensiva. Para ela, a simples possibilidade de o ex ter acesso irrestrito ao bebê — seja por visitas sem supervisão ou por participações em momentos íntimos — já gera grande ansiedade.

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No Brasil, a legislação relativa à guarda e à convivência familiar está disciplinada principalmente no Código Civil e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As normas preveem que qualquer programa de visitas ou regime de convivência deve priorizar o melhor interesse da criança, considerando fatores como segurança, saúde e vínculo afetivo. Caso haja risco potencial ao menor, é possível solicitar medidas cautelares, como a interferência de um profissional de psicologia durante os encontros ou a definição de visitas supervisionadas por um responsável judicial.

Do ponto de vista psicológico, a gestação já carrega, naturalmente, uma carga de emoções intensas. Quando há tensão relacionada à figura paterna, o suporte emocional e psicológico torna-se ainda mais crucial. Especialistas recomendam que gestantes em situação de conflito mantenham acompanhamento terapêutico para lidar com a ansiedade e identificar estratégias de proteção. Além disso, grupos de apoio a mulheres grávidas oferecem orientação sobre direitos, amparo institucional e possíveis canais de denúncia em caso de descumprimento de acordos de convivência.

Para assegurar o bem-estar do bebê e de Rayne Luiza, advogados especializados em direito de família podem solicitar, em juízo, um plano de parentalidade que estabeleça regras claras sobre horários, locais e condições de visita. Em casos extremos, há a possibilidade de determinar restrições rigorosas ao convívio, sempre com o objetivo de garantir a segurança física e emocional da criança. A união de amparo jurídico e suporte psicológico contribui para criar um ambiente mais estável e protegido durante a gestação e após o nascimento.

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