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Mulher argentina de 50 anos é suspeita de esquema de falsificação de receitas para tráfico de Rohypnol

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Polícia Civil investiga falsificação de receitas de Rohypnol (Foto: Instagram)

Uma mulher argentina de 50 anos foi apontada como integrante de um esquema de falsificação de receitas médicas voltado à aquisição e ao posterior tráfico de Rohypnol. Segundo informações policiais, a suspeita teria utilizado documentos adulterados para obter o medicamento em farmácias, burlando o controle de substâncias sujeitas a receita especial. As investigações ainda estão em curso e buscam elucidar a amplitude da rede envolvida, bem como a origem e o destino final dos lotes de Rohypnol desviados.

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O Rohypnol, cujo princípio ativo é o flunitrazepam, pertence à classe dos benzodiazepínicos e é considerado de uso restrito no Brasil. Registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em lista de substâncias sujeitas a controle especial, esse medicamento atua como sedativo e hipnótico de alto potencial. Por sua alta potência e efeito depressor central, o flunitrazepam também tem histórico de mau uso, inclusive em casos de abuso sexual, o que levou a regulamentações mais rígidas para sua prescrição e comercialização no País.

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A falsificação de receitas para medicamentos de controle especial configura crime previsto tanto na legislação sanitária quanto no Código Penal. No caso de flunitrazepam, os profissionais de saúde devem emitir a chamada “receita azul” ou tipo B, que possui campos de autenticidade e numeração sequencial para coibir fraudes. Quando documentações são adulteradas — carimbos, assinaturas e indicações datadas — há violação direta das regras sanitárias, sujeita a pena de detenção e multa, além de responsabilização do profissional ou do estabelecimento que facilitar o ilícito.

Esquemas dessa natureza costumam envolver diferentes elos: falsificadores de documentos, intermediários em drogarias e compradores dispostos a lucrar com a venda clandestina. A cadeia ilegal de distribuição aproveita lacunas na fiscalização e, muitas vezes, a dificuldade de fiscalização remota para validar receitas controladas. Com a crescente digitalização de prescrições eletrônicas, autoridades de saúde têm implementado sistemas mais seguros de autenticação, mas o mercado paralelo ainda persiste devido à alta demanda por substâncias como o Rohypnol.

No âmbito investigativo, autoridades sanitárias e policiais combinam ações para rastrear o percurso dos medicamentos, identificando pontos de venda e redes de distribuição. A colaboração entre Anvisa, inspetorias regionais e forças de segurança é fundamental para desarticular grupos especializados em fraudar documentos oficiais. Enquanto isso, a suspeita argentina permanece sob apuração, com base em diligências que incluem análise pericial das receitas e depoimentos de testemunhas ligadas a farmácias envolvidas.

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