
Auxiliar administrativa de 42 anos em estado grave na UTI desde dezembro (Foto: Instagram)
Uma auxiliar administrativa de 42 anos está internada em estado grave desde dezembro, conforme informações médicas divulgadas pelos responsáveis pelo hospital. Desde o início do mês passado, ela permanece sob cuidados intensivos, sem previsão de alta. As equipes de saúde acompanham de perto sua evolução clínica, com monitoramento constante de sinais vitais e suporte avançado de vida, a fim de combater possíveis complicações associadas ao quadro.
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O estado grave de saúde da auxiliar administrativa de 42 anos caracteriza-se pela instabilidade respiratória e hemodinâmica, exigindo ventilação mecânica e administração de medicamentos vasoativos. Em casos como este, a oxigenação do paciente é assegurada por equipamentos especializados, enquanto a pressão arterial é regulada por fármacos para manter órgãos vitais funcionando. As intervenções visam reduzir o risco de falência múltipla de órgãos, um dos maiores desafios em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).
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A permanência prolongada em UTI, observada desde dezembro, evidencia a complexidade do quadro clínico. Estudos indicam que internações acima de 30 dias estão associadas a maior risco de infecções hospitalares, fraqueza muscular severa e delírio. Para minimizar tais consequências, a equipe multidisciplinar adota protocolos de mobilização precoce e suporte nutricional adequado, fundamentais para manter a força muscular e a integridade pulmonar.
Em hospitais de grande porte, pacientes em estado grave podem necessitar de recursos adicionais, como diálise contínua em casos de insuficiência renal aguda e terapia com drogas para controle de infecções resistentes. O acompanhamento diário inclui exames laboratoriais frequentes e ultrassonografias à beira do leito, permitindo ajustes imediatos no plano terapêutico. Essa abordagem integrada tem se mostrado essencial para pacientes que, como a auxiliar administrativa de 42 anos, enfrentam quadros clínicos complexos.
O apoio psicológico à família também faz parte do protocolo, uma vez que a queda repentina no estado de saúde de um ente querido provoca impacto emocional significativo. Serviços de assistência social estão disponíveis para orientar sobre direitos, cobertura de convênios e alternativas de suporte financeiro, sobretudo quando a internação se estende por longos períodos. Além disso, a humanização do atendimento é reforçada pela comunicação constante entre equipe médica e familiares.
No contexto do sistema público de saúde, a Superintendência de Saúde do estado destaca que a demanda por leitos de UTI tem crescido nos últimos anos, motivada pelo envelhecimento populacional e pela prevalência de doenças crônicas. A média nacional de permanência em unidades críticas varia entre 7 e 12 dias, porém casos graves, como o da auxiliar administrativa de 42 anos, ultrapassam largamente esse período. O acompanhamento continuado e os avanços em tecnologia médica são fatores-chave para possibilitar a recuperação de pacientes em situações críticas.

