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Maria Elenice de Queiroz é morta a facadas pelo próprio filho no Guará (DF)

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Maria Elenice de Queiroz em foto de arquivo (Foto: Instagram)

Na noite da última terça-feira (20/1), Maria Elenice de Queiroz foi assassinada a facadas dentro do próprio apartamento, localizado no Guará (DF). Segundo as primeiras apurações, o crime teria sido cometido pelo filho da vítima, que desferiu golpes na mãe ainda dentro do imóvel. A Polícia Civil foi acionada logo após o fato, por vizinhos que ouviram gritos e solicitaram apoio das autoridades.

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Ainda de acordo com testemunhas que residem no prédio, o suspeito teria permanecido no local até a chegada dos agentes, sendo detido em flagrante. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi chamado, mas constatou o óbito de Maria Elenice de Queiroz no local. O suspeito foi conduzido à delegacia e responderá por homicídio doloso qualificado, conforme prevê o Código Penal brasileiro.

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Nos termos do artigo 121 do Código Penal, o homicídio doloso, quando há intenção de matar, pode resultar em pena que varia de seis a vinte anos de reclusão. A qualificadora do crime pode ser aplicada dependendo das circunstâncias, como a utilização de meio cruel, que no caso do esfaqueamento é avaliada pela perícia. A Defesa Civil local e o Instituto de Criminalística irão produzir laudo pericial para confirmar a dinâmica dos ferimentos e a arma utilizada.

O Guará (DF) é uma das regiões administrativas do Distrito Federal, com históricos desafios relacionados à convivência em prédios residenciais e ao índice de violência doméstica. Em Brasília, estatísticas de segurança pública apontam que conflitos familiares frequentemente acabam em agressões, especialmente quando há presença de transtornos psicológicos ou dependência química. A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) prevê medidas protetivas para mulheres em situação de risco, mas não abrange casos em que o agressor é filho da vítima, o que dificulta a atuação preventiva.

Especialistas em segurança pública destacam que a identificação precoce de sinais de descontrole emocional e de tensão familiar pode evitar tragédias como a morte de Maria Elenice de Queiroz. Programas de acompanhamento psicológico, serviços de atenção à saúde mental e canais de denúncia 24 horas são iniciativas recomendadas por profissionais para minimizar o risco de ataques violentos. No contexto do Guará (DF), a integração entre Conselhos Tutelares, organizações não governamentais e forças de segurança é considerada essencial para fiscalizar situações de vulnerabilidade.

A comunidade residencial do prédio onde ocorreu o crime segue em choque, e moradores pedem maior vigilância e apoio das autoridades. Enquanto o inquérito policial corre na Delegacia de Homicídios do Distrito Federal, a família de Maria Elenice de Queiroz busca amparo psicossocial para lidar com o luto e o trauma gerado pelo crime. O caso ressalta a urgência de políticas públicas mais eficazes voltadas à prevenção da violência no âmbito familiar, sobretudo quando envolve relações parentais.

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