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Questionado pela delegada sobre impulsos prévios, jovem diz que não foi a 1ª vez e que antes controlava ficando deprimido ou esmurrando algo

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Jovem ouve explicação de direitos durante depoimento sobre impulsos extremos (Foto: Instagram)

Em depoimento prestado à delegada, o jovem afirmou que não se tratava da primeira vez em que teve impulsos semelhantes aos atribuídos ao caso em investigação. Segundo relato, antes de adotar comportamentos extremos, ele “controlava ficando deprimido ou esmurrando algo”, buscando dessa forma minimizar sensações de agitação ou tensão emocional.
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Durante o procedimento, a delegada explicou ao jovem os direitos assegurados em lei, como o acompanhamento por advogado e a assistência de um psicólogo ou psiquiatra, quando necessário. Em seguida, a autoridade policial conduziu oitiva pautada em normas da Polícia Civil, garantindo o cumprimento de etapas formais que envolvem registro em auto de prisão em flagrante, coleta de declarações e garantia de contraditório.
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A partir do relato do jovem, especialistas em saúde mental apontam que impulsos intensos podem ter diversas origens, incluindo fatores genéticos, transtornos de humor ou estresse prolongado. O termo “impulsos” refere-se a tendências súbitas de agir sem planejamento, frequentemente associadas a sentimentos de angústia, irritabilidade ou descontrole emocional. Técnicas de terapia cognitivo-comportamental costumam ser recomendadas para avaliar gatilhos e desenvolver estratégias de enfrentamento.

No âmbito policial, a atuação da delegada segue protocolos que consideram sinais de risco à integridade física e psicológica do investigado e de terceiros. Quando há indícios de transtorno psíquico, é comum requisitar avaliação de psiquiatra forense para emissão de laudo que possa subsidiar medidas cautelares, como internação para tratamento involuntário ou acompanhamento médico compulsório, conforme previsto na Lei nº 10.216/2001.

Casos semelhantes já registraram relatos de pessoas que, diante de impulsos fortes, adotaram comportamentos autolesivos ou agressões a objetos inanimados, prática considerada mecanismo de descarga emocional. Pesquisas na área de psicologia indicam que esse tipo de resposta imediata pode reduzir momentaneamente a tensão, mas não resolve fatores estruturais do sofrimento, reforçando a necessidade de diagnóstico clínico e intervenção terapêutica.

A continuidade das investigações dependerá de exames complementares, apuração de provas e eventual relato de testemunhas. Enquanto isso, a delegada manterá sigilo e resguardo legal sobre o teor das declarações prestadas pelo jovem, para preservar a veracidade dos fatos e garantir o direito de ampla defesa. A adoção de medidas preventivas e de acompanhamento de saúde mental pode contribuir para evitar reincidências e preservar a segurança de todos os envolvidos.

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