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Resort Tayayá da família do ministro Dias Toffoli no Paraná é apontado por oferecer máquinas caça-níquel e carteado ilegal

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Máquinas de caça-níqueis em área reservada do Resort Tayayá, em Tibagi (PR). (Foto: Instagram)

O Resort Tayayá, localizado em Tibagi, no interior do Paraná, foi construído pela família do ministro Dias Toffoli e tem atraído hóspedes interessados em suas acomodações de luxo e infraestrutura voltada ao lazer. Além de piscinas, trilhas e espaços de convivência, visitantes relatam a presença de equipamentos de jogos de azar no local. Essas atrações incluem máquinas caça-níquel e instalações para carteado, atividades proibidas pela legislação brasileira.
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Segundo depoimentos colhidos por veículos regionais, as máquinas caça-níquel estão posicionadas em salões reservados e são operadas por funcionários do próprio Resort Tayayá. Além disso, mesas para partidas de carteado estariam disponíveis, configurando uma oferta de jogos considerada ilegal. Hóspedes afirmam que não há cobrança explícita por ficha ou valor para participação, mas que o sistema de apostas é realizado de forma interna, sem autorização dos órgãos reguladores.
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A legislação em vigor proíbe expressamente o funcionamento de estabelecimentos que explorem jogos de azar, conforme previsto no artigo 50 do Decreto-Lei 3.688/1941 – conhecida como Lei de Contravenções Penais. Pela norma, a oferta de caça-níquel e carteado com apostas configura contravenção penal, sujeita a multa e até detenção para os responsáveis. A realização dessas atividades em um resort voltado ao turismo interno expõe a instalação a risco de ações fiscalizatórias promovidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Paraná.

Especialistas em direito penal e jogo de azar destacam que, apesar de resorts e hotéis possuírem autonomia para oferecer entretenimento, a inclusão de equipamentos de apostas exige autorização prévia do poder público. A exploração irregular pode levar à interdição de áreas específicas, apreensão de máquinas e aplicação de sanções administrativas. No caso do Resort Tayayá, ainda não há confirmação oficial sobre eventuais autuações ou processos em curso, mas a denúncia já mobiliza grupos contrários à flexibilização dos jogos de azar no país.

No panorama do turismo paranaense, empreendimentos de grande porte buscam diversificar serviços para atrair públicos mais amplos, trazendo investimentos ao interior. O estado do Paraná abriga regiões serranas e de campo, onde o turismo ecológico se combina com atividades de bem-estar. No entanto, a inserção de jogos de azar sem autorização contrasta com a proposta de lazer tradicional e pode afetar a imagem de hotéis e pousadas na região, gerando polêmica entre empresários do setor e autoridades locais.

A situação envolvendo o Resort Tayayá reacende discussões sobre a regulamentação dos jogos de azar no Brasil e o papel das instâncias de controle. A associação direta com o nome do ministro Dias Toffoli reforça as atenções sobre a responsabilidade de parlamentares e de seus familiares no cumprimento das leis. A possibilidade de novas diligências policiais e eventuais questionamentos judiciais permanece em aberto, enquanto turistas e moradores acompanham de perto os desdobramentos.

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