
Profissionais de saúde em ação na UTI do Hospital Anchieta (Foto: Instagram)
A associação responsável pela nota divulgada ressaltou que, apesar dos recentes falecimentos, as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) continuam seguras para os pacientes. A publicação ocorre na esteira da morte de três pessoas na UTI do hospital Anchieta, fato que suscitou questionamentos sobre a eficiência e a supervisão nesses ambientes de cuidados intensivos. A nota enfatiza que protocolos de vigilância e procedimentos padronizados são constantemente revisados e mantidos para garantir a segurança dos internados no hospital Anchieta.
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De acordo com o comunicado oficial, “as UTIs são seguras para os pacientes”. A associação pontuou que as práticas clínicas adotadas, a formação continuada das equipes médicas e a manutenção de equipamentos de monitoramento avançados compõem a base dessa segurança. Mesmo diante do lamentável episódio envolvendo o hospital Anchieta, os gestores hospitalares afirmam que todos os critérios técnicos e normativos estão sendo cumpridos sem exceção.
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As Unidades de Terapia Intensiva surgiram no Brasil na década de 1960, seguindo modelos internacionais de tratamento a pacientes em estado crítico. Desde então, as UTIs passaram por aperfeiçoamentos constantes, incorporando avanços tecnológicos como ventilação mecânica controlada, dispositivos de monitoramento hemodinâmico e sistemas de suporte renal. A rotina dessas unidades envolve protocolos rigorosos de higiene, checagem periódica de sinais vitais e supervisão multidisciplinar que inclui médicos intensivistas, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas.
A ocorrência de óbitos em UTIs, embora sempre motivo de apreensão, não indica necessariamente falha nos procedimentos. Casos graves costumam envolver pacientes com múltiplas comorbidades, infecções resistentes ou quadros clínicos complexos que podem levar a desfechos desfavoráveis mesmo quando todas as medidas são corretamente aplicadas. As estatísticas nacionais de mortalidade em UTIs variam de acordo com o perfil da unidade, o grau de complexidade dos casos e os diagnósticos iniciais, mas mantêm-se alinhadas a índices considerados aceitáveis pelas sociedades médicas.
A mensagem da associação busca reforçar a confiança de familiares e pacientes nos cuidados oferecidos, ressaltando a importância de avaliações periódicas, auditorias internas e de órgãos reguladores para manter o padrão de qualidade. O inquérito sobre as três mortes na UTI do hospital Anchieta segue aberto, com apurações que visam esclarecer as circunstâncias de cada caso. Ao mesmo tempo, a entidade destaca que a consolidação de boas práticas e a contínua atualização profissional são pilares para a segurança em unidades de terapia intensiva.

