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Especialistas Izaias Magalhães e Vanessa Milanese esclarecem a doença de Parkinson

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Paciente idosa durante avaliação neurológica para sintomas de Parkinson (Foto: Instagram)

O neurologista Izaias Magalhães e a neurocirurgiã Vanessa Milanese apresentam uma visão abrangente sobre a doença de Parkinson, uma moléstia neurodegenerativa que afeta principalmente o sistema nervoso central. Com base em suas experiências clínicas, ambos os profissionais detalham as causas, os sintomas e as abordagens terapêuticas mais atuais para oferecer um panorama completo aos pacientes e familiares.

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A doença de Parkinson ocorre devido à degeneração progressiva dos neurônios produtores de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle motor. Segundo Izaias Magalhães, essa perda gradual compromete a coordenação dos movimentos e leva a tremores, rigidez muscular e lentidão para iniciar gestos voluntários. Vanessa Milanese reforça que, embora a causa exata nem sempre seja identificada, fatores genéticos e ambientais contribuem para o surgimento da patologia.

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Entre os primeiros sinais descritos por Vanessa Milanese estão tremores em repouso, geralmente iniciados em um dos membros superiores, e a bradicinesia, termo usado para definir a lentidão na execução dos movimentos. Izaias Magalhães complementa que a rigidez muscular e as alterações posturais costumam surgir em estágios subsequentes, podendo afetar a qualidade de vida do paciente de forma significativa. Ainda conforme ambos, sintomas não motores, como alterações de sono e distúrbios de olfato, também são frequentes e merecem atenção.

O diagnóstico da doença de Parkinson baseia-se, em grande parte, na avaliação clínica detalhada e na exclusão de outras condições neurológicas. Izaias Magalhães destaca que exames de imagem, como a ressonância magnética e a tomografia por emissão de pósitrons (PET), ajudam a confirmar o comprometimento das vias dopaminérgicas. Vanessa Milanese ressalta a importância de um acompanhamento multidisciplinar: neurologistas, neurocirurgiões, fisioterapeutas e fonoaudiólogos trabalham juntos para planejar intervenções que aliviem os sintomas e mantenham a funcionalidade do paciente.

No campo terapêutico, as estratégias envolvem medicamentos que aumentam os níveis de dopamina ou mimetizam sua ação, assim como técnicas cirúrgicas mais avançadas. Vanessa Milanese explica que procedimentos como a estimulação cerebral profunda podem ser indicados em quadros mais resistentes aos fármacos, proporcionando melhora significativa nos tremores e na rigidez. Izaias Magalhães enfatiza, ainda, que a adoção de exercícios físicos regulares e terapia ocupacional é fundamental para retardar a progressão dos déficits motores.

Para completar o cuidado integral, Izaias Magalhães e Vanessa Milanese salientam a relevância do suporte psicológico e de grupos de apoio, pois lidar com uma doença crônica gera impactos emocionais consideráveis. Ambos os especialistas reforçam que, apesar de não existir cura estabelecida, os avanços científicos têm permitido maior qualidade de vida aos pacientes com Parkinson, abrindo caminho para pesquisas contínuas em terapias genéticas e celulares.

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