
Agentes do Gaeco e da Polícia Civil da Paraíba cumprindo mandados de busca e apreensão (Foto: Instagram)
Nesta quinta-feira (22/1), um servidor público estadual foi o foco de uma ação conjunta da Polícia Civil da Paraíba e do Gaeco. Durante a operação, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em locais relacionados ao investigado, que, conforme as autoridades, está sob suspeita de envolvimento em irregularidades funcionais. Logo após a medida, o funcionário foi afastado do cargo como parte das providências administrativas adotadas pela administração pública estadual.
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Em caráter complementar, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) atua como unidade vinculada ao Ministério Público, com atribuição específica de enfrentar desvios que afetam a administração pública e o patrimônio social. O Gaeco reúne procuradores e promotores de Justiça, em parceria com a Polícia Civil da Paraíba, para investigar suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes administrativas. A atuação conjunta tem sido adotada em vários estados do país, visando a unificação de esforços e à celeridade nos trâmites investigativos.
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A Polícia Civil da Paraíba, órgão responsável pelas investigações criminais no estado, possui atribuições que vão desde a coleta de provas até a instauração de inquéritos policiais. Em operações como a desta quinta-feira, delegados e agentes utilizam técnicas de inteligência policial, levantamento de indícios e análise documental para embasar os pedidos de busca e apreensão. A estrutura da corporação inclui delegacias especializadas em crimes contra a administração pública, o que reforça a estratégia de combate ao desvio de recursos e à conduta ilícita de servidores estaduais.
O afastamento do servidor investigado segue o rito previsto em normas administrativas e na legislação estadual. Em geral, o procedimento cautelar tem caráter temporário e visa preservar a imparcialidade das apurações, evitando interferências na coleta de evidências e garantindo a regularidade do processo. Durante o período de afastamento, o servidor não exerce funções públicas e pode ser submetido a sindicância interna ou processo disciplinar, sem prejuízo de eventual responsabilização criminal caso sejam confirmadas as irregularidades.
Historicamente, a cooperação entre a Polícia Civil da Paraíba e o Gaeco tem se mostrado crucial para reforçar a efetividade de investigações complexas, especialmente na apuração de esquemas que envolvem autoridades e servidores públicos. A integração de equipes multiprofissionais permite o compartilhamento de dados, a união de conhecimentos jurídicos e técnicos e a agilização de procedimentos legais. Com essa articulação, busca-se fortalecer os mecanismos de controle e combate ao crime organizado e à corrupção no âmbito estadual, contribuindo para a transparência na gestão pública e a proteção do interesse coletivo.

