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Rosangela Mendes pediu autópsia antes de morrer no Hospital Anchieta

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Rosângela Mendes solicitou autópsia antes de seu falecimento (Foto: Instagram)

Rosangela Mendes, que faleceu em janeiro de 2025 no Hospital Anchieta, manifestou temor nos momentos finais de vida e solicitou à família a realização de uma autópsia para apurar as circunstâncias de sua morte. Segundo relatos de parentes, o pedido teria sido feito de forma clara, num contexto de fragilidade física e emocional, demonstrando preocupação com possíveis causas externas ou falhas no atendimento.

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O consentimento para a autópsia, em geral, depende da anuência familiar quando não há determinação judicial ou de autoridades competentes, uma vez que, no Brasil, a prática está sujeita à legislação que regula o procedimento médico-legal. O pedido de Rosangela Mendes foi atendido pelos parentes, que entraram em contato com o Serviço de Verificação de Óbitos local e providenciaram o encaminhamento ao Instituto Médico-Legal, assegurando-se de que todos os trâmites fossem cumpridos.

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O Hospital Anchieta, onde Rosangela Mendes estava internada, é referência em atendimentos de urgência e especialidades médicas, contando com uma equipe multidisciplinar e equipamentos destinados a diagnósticos complexos. No momento em que os médicos constataram o óbito, já eram seguidas as normas estabelecidas pela Anvisa e pelas secretarias estaduais de saúde para comunicação formal da morte e liberação de corpo. A iniciativa de levar adiante uma autópsia demonstra a busca por transparência e esclarecimento de possíveis fatores de risco ou negligência.

A autópsia, procedimento que consiste em exame post mortem detalhado do corpo, permite avaliar lesões internas, funcionamento de órgãos e possíveis sinais de complicações não detectadas em exames clínicos prévios. No Brasil, o laudo pericial é elaborado por médicos legistas, que seguem protocolos técnicos e registram dados como peso dos órgãos, análises histopatológicas e toxicológicas. Esses resultados podem auxiliar em ações judiciais, para fins de estatística de saúde pública ou simplesmente conferir tranquilidade aos familiares sobre as causas do falecimento.

O receio manifestado por Rosangela Mendes antes de sua morte reflete preocupações frequentes entre pacientes em fins de vida, que muitas vezes temem erros médicos ou diagnóstico equivocado. Psicólogos e profissionais de saúde ressaltam a importância do diálogo transparente entre equipe médica, paciente e familiares, sobretudo em internações prolongadas. O acompanhamento psicológico e a oferta de esclarecimentos sobre cada etapa do tratamento podem amenizar a ansiedade, ajudando a construir confiança na condução do caso.

Em situações de morte hospitalar, a legislação brasileira prevê que a família seja informada sobre seus direitos e sobre a possibilidade de investigação de causas não naturais. A iniciativa de Rosangela Mendes, ao solicitar a autópsia, reforça a necessidade de informar os pacientes sobre procedimentos pós-morte e de garantir acesso a informações que permitam entender integralmente as circunstâncias do óbito. Esse tipo de atitude contribui para aprimorar protocolos de atendimento, fortalecer a comunicação médico-paciente e trazer mais segurança jurídica e emocional aos envolvidos.

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