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Passageira é cobrada em mais de R$ 1,4 mil por corrida de R$ 13,45 realizada em 15 de janeiro

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Passageira é cobrada em R$ 1,4 mil por trajeto de R$ 13,45 (Foto: Instagram)

Na corrida realizada em 15 de janeiro, uma passageira chegou a ser cobrada em valor superior a R$ 1,4 mil, embora o trajeto devesse custar apenas R$ 13,45. O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais e levantou questionamentos sobre falhas em aplicativos de transporte e o controle que o usuário tem sobre o valor final antes de confirmar a viagem. A passageira, surpreendida pelo valor exorbitante, buscou esclarecimentos junto ao serviço de atendimento e registrou protocolo de reclamação, mas o caso ainda aguarda resolução.

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Um dos fatores que pode levar a esse tipo de cobrança inesperada é o mecanismo de tarifação dinâmica adotado por muitas plataformas de transporte. Esse sistema ajusta o preço das corridas de acordo com a oferta e demanda de veículos em determinado local e horário. Em situações de alta procura, como chuva intensa ou horários de pico, os valores podem sofrer acréscimos consideráveis. No entanto, cobranças na ordem de centenas ou milhares de reais costumam indicar erros de software ou falha de cálculo por parte do aplicativo.

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Em muitos casos, erros de arredondamento ou duplicidade de rotas podem inflacionar o valor da corrida. Por exemplo, se o trajeto é recalculado várias vezes durante o percurso, a plataforma pode somar mais de um trecho ao preço final. Além disso, instabilidades momentâneas na conexão de dados do celular podem ocasionar falhas na comunicação com os servidores do aplicativo, o que, por sua vez, reflete em cobranças equivocadas. Passageiras e passageiros devem sempre conferir o recibo detalhado, disponível no histórico de viagens, e solicitar reembolso quando identificarem incongruências.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante ao usuário o direito à informação clara e adequada sobre produtos e serviços, bem como a devolução de valores cobrados indevidamente. Em casos de cobrança abusiva, é possível registrar reclamação junto aos órgãos de defesa, como o Procon, além de contestar o débito junto ao banco emissor do cartão de crédito. Muitas plataformas estabelecem prazos para a solicitação de estorno, variando de 7 a 30 dias, mas é recomendável agir o quanto antes para evitar dificuldades na análise do pedido.

Para se prevenir contra esse tipo de transtorno, é importante acompanhar todas as etapas da viagem diretamente pelo aplicativo, confirmar o preço estimado antes de autorizar o motorista e, ao fim do percurso, validar o valor apresentado. Caso identifique qualquer divergência, o usuário deve reportar imediatamente o problema por meio dos canais oficiais de suporte. Uma postura proativa e o conhecimento dos direitos auxiliam a reduzir riscos e garantem maior segurança financeira ao utilizar serviços de transporte por aplicativo.

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