
Idosa saboreia salada de frutas como parte de rotina saudável no controle do diabetes. (Foto: Instagram)
Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) apontam que mais de 13 milhões de brasileiros convivem com diabetes, uma doença crônica que afeta a capacidade do organismo de regular os níveis de glicose no sangue. Esse número corresponde a uma parcela significativa da população adulta e alerta para a necessidade de diagnóstico precoce, acompanhamento médico e adoção de hábitos saudáveis para reduzir riscos de complicações a longo prazo.
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O diabetes é caracterizado pela produção insuficiente de insulina pelo pâncreas ou pela resistência das células à ação desse hormônio. Existem, em linhas gerais, dois tipos principais: o diabetes tipo 1, de origem autoimune, e o diabetes tipo 2, mais associado a fatores de estilo de vida, como sedentarismo e sobrepeso. Ambos os quadros exigem monitoramento constante da glicemia, refeições balanceadas e, em muitos casos, administração de insulina ou medicamentos hipoglicemiantes.
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Entre os fatores de risco mais conhecidos estão histórico familiar de diabetes, excesso de peso, sedentarismo, tabagismo e idade avançada. Estudos da Sociedade Brasileira de Diabetes reforçam que, apesar de a genética influenciar significativamente o surgimento da doença, a combinação de má alimentação e vida sem atividade física pode acelerar a sua progressão. Além disso, gestantes podem desenvolver o diabetes gestacional, exigindo atenção redobrada para evitar consequências tanto para a mãe quanto para o bebê.
Para controlar o diabetes, especialistas orientam a adoção de uma dieta rica em fibras, com redução de carboidratos refinados e açúcares simples. O acompanhamento com nutricionistas e educadores físicos pode ajudar na elaboração de um plano alimentar e de exercícios personalizado. Caminhadas regulares, prática de esportes e controle do estresse por meio de técnicas de relaxamento ou terapia ocupam papel fundamental no equilíbrio metabólico e na prevenção de picos de glicose.
Mais do que mudar hábitos, é essencial realizar exames periódicos de glicemia em jejum e hemoglobina glicada, indicador que mostra a média de açúcar no sangue nos últimos três meses. A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda consultas regulares com endocrinologistas ou clínicos gerais, bem como participação em grupos de apoio para troca de experiências. Em casos mais graves, o uso de bombas de insulina ou injetores inteligentes pode otimizar o ajuste das doses do hormônio.
A conscientização sobre o diabetes e seus impactos reforça a importância de políticas públicas que garantam acesso a medicamentos e exames, além de programas de educação em saúde. A Sociedade Brasileira de Diabetes mantém materiais informativos e ações de prevenção voltadas para escolas, empresas e comunidades. Entender a doença e seguir as recomendações médicas são passos fundamentais para viver de forma plena, minimizando riscos e complicações associadas ao diabetes.

