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Para interlocutores de Flávio Bolsonaro, senador só deve fechar aliança com Centrão após crescer nas pesquisas para não pagar preço alto

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Assessores dizem que Flávio Bolsonaro espera alta nas pesquisas antes de selar aliança com o Centrão (Foto: Instagram)

Para interlocutores de Flávio Bolsonaro, o senador só deve formalizar uma aliança política com o Centrão depois de obter crescimento significativo nas pesquisas eleitorais, de modo a preservar seu poder de negociação e evitar abrir mão de concessões elevadas. Segundo esses assessores, uma coalizão prematura poderia obrigar Flávio Bolsonaro a sacrificar posições estratégicas em troca de apoio parlamentar, diante da histórica prática de barganha de cargos e emendas que caracteriza o grupo.

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Esse recuo calculado reflete ainda a preocupação em manter um discurso de independência, em contraste com alianças tidas como oportunistas. Para interlocutores de Flávio Bolsonaro, o momento em que o senador alcançar patamar sólido nas intenções de voto será o mais apropriado para iniciar negociações com o Centrão sem que isso seja percebido como desespero ou sinal de fraqueza.

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Flávio Bolsonaro, que exerce o terceiro mandato eletivo consecutivo — tendo sido deputado estadual e deputado federal antes de senador —, busca consolidar uma imagem de autonomia em relação aos blocos tradicionais do Congresso Nacional. Já o Centrão, conjunto informal de partidos sem alinhamento ideológico fixo, costuma adotar postura pragmática para assegurar influência política por meio de troca de favores em comissões, ministérios e emendas parlamentares.

Historicamente, o Centrão se notabiliza por fechar alianças com diferentes governos, garantindo estabilidade parlamentar em troca de barganhas que envolvem desde cargos de segundo e terceiro escalões até liberações orçamentárias para interesses regionais. Nos bastidores, a estratégia desses partidos consiste em aguardar o momento em que o candidato ou governo em evidência precisar de apoio para, então, levar a melhor no rateio de espaços no Executivo e no Legislativo.

No atual cenário eleitoral, interlocutores de Flávio Bolsonaro destacam que ele precisa demonstrar força própria antes de se aproximar de lideranças do Centrão. Crescer nas pesquisas eleitorais não só aumenta seu cacife político, como também reduz o custo das negociações, já que o Centrão tende a exigir menos espaços quando seu parceiro chega mais fortalecido às mesas de diálogo.

Assim, a tática sugerida por esses assessores é aguardar o início da fase de definição de coligações, momento em que Flávio Bolsonaro deve acumular tração suficiente para, então, oferecer condições de cooperação mais favoráveis ao seu projeto político. Dessa forma, o senador evita ceder automaticamente às demandas do Centrão e preserva recursos de campanha, mantendo controle sobre o destino de verbas e indicados.

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