Aline Campos, primeira eliminada do “BBB26”, compartilhou uma carta aberta nas redes sociais em que afirma ter entrado no programa sem interpretar personagem ou buscar estar acima dos demais participantes. Na mensagem, a dançarina ressaltou que jamais tentou exagerar ou forçar situações para ganhar destaque no “Big Brother Brasil 26”, produção da Globo que reúne celebridades e personalidades do entretenimento em um confinamento. Mesmo admitindo suas falhas e dificuldades, Aline Campos lamentou a valorização de atitudes maldosas e destacou seu compromisso com a verdade, afirmando: “O que eu não vou fazer é trair aquilo em que acredito”.
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Na carta aberta publicada em seu perfil no Instagram, Aline Campos defendeu a postura que adotou dentro da casa e respondeu diretamente aos julgamentos que recebeu tanto durante o programa quanto após sua eliminação. “Algo que talvez muita gente não espere ouvir de mim: Entendo quem me rejeitou. Quem me criticou. Entendo quem me julgou dentro da casa. Entendo quem me julgou fora dela também”, escreveu a ex-bailarina do Faustão, referindo-se ao histórico do programa “Domingão do Faustão”, que revelou diversos talentos da dança e do entretenimento no Brasil. A mensagem busca mostrar que, apesar das críticas, ela mantém sua essência e não se arrepende das escolhas feitas em rede nacional.
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Aline Campos também enfatizou que ingressou no reality sem criar um personagem e sem pretender ser melhor do que ninguém. Em sua carta, ela disse: “Parece estranho. Exagerado. Forçado. ‘Chato’. Eu sei. Eu não sou perfeita. Tenho ego para equilibrar. Erro. Ainda erro muito e continuarei errando. Também estou em processo. Mas eu NUNCA entrei ali para ser melhor do que ninguém. Entrei para ‘jogar’ sem deixar de ser verdadeira comigo”. Nesse trecho, a ex-participante reforça a importância de manter a autenticidade em um formato televisivo que muitas vezes estimula narrativas dramáticas e conflitos artificiais.
A dançarina criticou ainda o comportamento do público e de outros competidores ao valorizar mais os atos negativos do que as atitudes construtivas dentro e fora da casa. Ela questionou a cultura de premiação da maldade e do desgaste emocional, afirmando: “O que me preocupa não é ser criticada. Me preocupa é ver como a gente aprendeu a aplaudir o que nos faz mal e a atacar quem tenta lembrar que existe outro caminho. Ver gente tentando se promover em cima do julgamento é constrangedor”. Nesta passagem, Aline Campos aborda a forma como as redes sociais e o próprio reality incentivam mensagens de ódio e polarização, em vez de incentivar diálogos mais saudáveis.
Por fim, Aline Campos reforçou seus princípios, agradeceu o apoio recebido e destacou a mensagem principal de sua carta: a existência de escolhas e a busca por virtudes. “Estou aqui para lembrar. Lembrar que existe escolha. Que existe luz. Que existe caminho. E se, de alguma forma, isso tocou alguém, então já valeu. Mesmo com a dor que minha família precisou atravessar. Vou seguir com humildade, com verdade e com o coração de uma pequena aprendiz… Porque, no fim, não é sobre estar certa. É sobre buscar virtudes”, encerrou a dançarina, reafirmando seu propósito de levar reflexões sobre comportamento, empatia e autenticidade ao público.

