
Sombras de dor: recorde de 57.329 vítimas em 2025 (Foto: Instagram)
O ano de 2025 registrou um recorde no número de casos, atingindo 57.329 vítimas. Os números divulgados até o momento não incluem SP, AL, PE e PB, o que indica que o total final pode ser ainda maior. Esta marca reflete apenas as ocorrências contabilizadas pelas fontes oficiais que consolidam boletins e relatórios ao longo do período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025. A inserção de registros provenientes dos quatro estados ainda faltantes pode aprimorar a precisão e ampliar a compreensão desse panorama.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Vale ressaltar que, apesar do volume já elevado de vítimas, os balanços parciais não contemplam as informações de SP, AL, PE e PB. Cada um desses estados possui estrutura administrativa própria para coleta de dados, incluindo delegacias de polícia, secretarias de segurança pública e unidades de saúde, que precisam enviar suas estatísticas ao sistema nacional. Somente após essa consolidação as estatísticas poderão refletir o universo completo de ocorrências registradas no país durante 2025.
++ Coreia do Norte condena bebê de 2 anos à prisão perpétua por família ter em casa uma bíblia
A metodologia empregada unifica dados de diferentes origens, como centros de atendimento, hospitais, bases policiais e sistemas de informação digital. Cada caso é registrado em formulários padronizados e, posteriormente, inserido em bancos de dados centralizados. Embora haja protocolos claros para essa rotina, eventuais atrasos no encaminhamento dos relatórios de SP, AL, PE e PB podem postergar a divulgação final. A falta de padronização absoluta entre estados também exige ajustes na consolidação para evitar duplicidades ou inconsistências.
Historicamente, a série temporal das estatísticas mostra que, nos últimos anos, houve um crescimento gradual no número de casos registrados anualmente. O recorde anterior não chegou perto dos 57.329 relatos verificados em 2025, o que evidencia uma aceleração recente. Entender esse comportamento requer análise de fatores como expansão urbana, investimentos em segurança pública, políticas de prevenção e aprimoramento de sistemas de notificação. Cada elemento contribui para explicar por que o ano de 2025 atingiu esse novo patamar.
Com a inclusão dos dados de SP, AL, PE e PB, especialistas pretendem calcular índices per capita e avaliar a densidade de ocorrências por região. Esses indicadores permitirão comparações entre estados e diagnósticos mais precisos sobre áreas que demandam maior atenção de gestores e planejadores. A expectativa é que, após a divulgação completa, seja possível traçar estratégias mais efetivas de prevenção e redução de casos em todo o território nacional.

