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Luan Pereira se manifesta contra crueldade após morte de Orelha em Florianópolis

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Luan Pereira, cantor e compositor, manifestou-se nas redes sociais na tarde desta segunda-feira (26/1) ao tomar conhecimento da morte de Orelha, um cachorro comunitário vítima de agressões em Florianópolis. O artista demonstrou profunda indignação ao relatar o sofrimento do animal, criticando veementemente qualquer atitude de violência contra seres indefesos e clamando por um juízo maior. Para ele, esse tipo de comportamento está abaixo de qualquer dignidade humana e deve ser repreendido de forma enérgica.
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Em sua publicação, Luan Pereira confessou sentir “angústia” ao refletir que integrantes de nossa própria espécie possam submeter animais a tamanha crueldade. Ele pediu: “Que Deus tenha piedade do cachorrinho, de todos os animais que já sofreram todo tipo de violência. A justiça de Deus é justa! Nossa, não tenho nem palavras para quem bate em animal, para quem maltrata bicho. Não pode ser considerado ser humano. Dá vergonha de ser igual a uns insetos desses”. O desabafo repercutiu rapidamente entre fãs e internautas.
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O episódio envolvendo Orelha ganhou força nas redes sociais após circulação de fotografias e relatos que mostravam as lesões sofridas pelo animal antes de seu falecimento. O termo “cachorro comunitário” refere-se a cães sem tutor fixo, que contam com cuidados de moradores locais e voluntários nas ruas ou em praças. A repercussão gerou revolta entre protetores dos direitos dos animais, moradores do bairro e plataformas de vigilância urbana, fomentando debates sobre a necessidade de monitoramento e denúncia imediata em casos de maus-tratos.

Organizações de defesa animal em todo o Brasil destacam que a violência contra animais configura crime ambiental conforme o artigo 32 da Lei nº 9.605/1998, com previsão de detenção e multa para agressores. Esse dispositivo legal classifica como ilícito penal atos de ferir ou maltratar cães, gatos e outras espécies, reforçando a importância de enquadrar tais condutas na legislação ambiental. As entidades lembram ainda que a efetividade das sanções depende de investigação, perícia e do devido encaminhamento dos casos às autoridades competentes.

Autoridades de Florianópolis, como a Polícia Civil e o Ministério Público, têm recebido denúncias e instaurado inquéritos para apurar as circunstâncias das agressões. Grupos de protetores locais também realizam mutirões de resgate e assistência a animais em situação de abandono ou violência, além de promover campanhas de conscientização nas redes sociais. A mobilização comunitária visa acelerar a identificação dos responsáveis e garantir o cumprimento das penas previstas em lei.

A repercussão do posicionamento de Luan Pereira demonstra o impacto que vozes públicas podem ter na luta contra a crueldade animal. Ao utilizar sua influência para cobrar providências e disseminar informações sobre direitos dos animais, o cantor reforça o papel de artistas na sensibilização da sociedade. A pressão popular e o engajamento de personalidades ajudam a manter o tema em pauta e a fortalecer medidas de proteção contra novos casos semelhantes.

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