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Tribunal mantém prisão de Letícia de Sousa Bezerra, a “Loira do PCC”

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Letícia de Sousa Bezerra, a “Loira do PCC”, após decisão judicial que negou seu habeas corpus. (Foto: Instagram)

O Tribunal de Justiça rejeitou o pedido de liberdade de Letícia de Sousa Bezerra, conhecida pelo apelido de “Loira do PCC”, negando o habeas corpus protocolado em sua defesa. A decisão foi unânime entre os desembargadores que analisaram o caso em sessão nesta semana, mantendo a jovem presa enquanto seguem os trâmites legais previstos no código de processo penal brasileiro.

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Letícia de Sousa Bezerra está detida desde fevereiro de 2025, quando foi presa em operação policial em São Paulo. Segundo os autos, ela é apontada como integrante de alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção que atua em diversos estados do Brasil e é responsável por uma série de crimes federais e estaduais. A preventiva decretada na ocasião teve como fundamento o risco de reiteração criminosa e a garantia da ordem pública.

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A facção conhecida como Primeiro Comando da Capital surgiu na década de 1990 nas penitenciárias paulistas, consolidando-se como uma das organizações criminosas mais poderosas do país. Ela se caracteriza pela rígida hierarquia interna e por agir tanto dentro quanto fora dos presídios. A expressão “Loira do PCC” passou a ser usada pela imprensa para se referir a Letícia de Sousa Bezerra em razão de sua suposta posição de liderança e de sua presença marcante nas investigações contra a quadrilha.

O processo de habeas corpus é um instrumento previsto na Constituição Federal de 1988 que garante ao cidadão o direito à liberdade, podendo ser utilizado quando há constrangimento ilegal. No caso de Letícia de Sousa Bezerra, a defesa alegou falta de provas suficientes para manter a prisão preventiva. Todavia, o colegiado entendeu que as evidências colhidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público demonstram riscos concretos à sociedade, motivo pelo qual o pedido foi indeferido.

Os próximos passos no litígio incluem o recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a defesa de Letícia de Sousa Bezerra poderá tentar reverter a decisão da instância estadual. Enquanto isso, o processo principal corre na primeira instância, com previsão de audiência de instrução para oitiva de testemunhas de acusação e defesa. O caso segue acompanhando o rito da Justiça Criminal, e aguarda novas manifestações das partes para definição de outras medidas cautelares ou relaxamento da prisão preventiva.

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