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Aos 17 anos, médicos disseram que Isla era “jovem demais” para um câncer de mama

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Adolescente de 17 anos enfrenta descaso e alerta para câncer de mama precoce (Foto: Instagram)

Aos 17 anos, Isla apresentou nódulos e sensibilidade em uma das mamas, mas os profissionais de saúde a desestimularam a realizar exames. Segundo ela, os médicos afirmaram que, por ser jovem demais, não havia indicação de investigar sinais que pudessem corresponder a um câncer de mama nessa faixa etária. Essa resposta fez com que Isla tivesse que insistir por atenção e recorrer a outras opiniões até ser atendida de forma adequada.

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Diversos especialistas ressaltam que, embora o câncer de mama seja mais frequente entre mulheres acima de 50 anos, não é impossível manifestar-se na adolescência. Isla conta que chegou a sentir dor constante e inchaço, mas acabou recebendo orientação para aguardar o desenrolar dos sintomas. Quando sinais como mudança na textura da pele e secreção no mamilo persistem, as instituições médicas recomendam investigação imediata, independentemente da idade.

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Ainda que as estatísticas apontem que menos de 1% dos casos de câncer de mama ocorrem em mulheres com menos de 30 anos, a ocorrência é reconhecida pela comunidade médica. Protocolos internacionais, como os estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, recomendam que qualquer alteração detectada na mama — seja em tom, tamanho ou presença de caroço palpável — seja avaliada por exames de imagem, como ultrassonografia ou mamografia, conforme o critério médico. Países como o Brasil têm diretrizes para rastreamento precoce, mas a aplicação segue restrita às faixas etárias de maior risco.

Em jornadas de conscientização, entidades de saúde pública reforçam a importância de disseminar informação a adolescentes e jovens adultas sobre a autoavaliação das mamas. Isla, ao relatar sua experiência, destaca que o conhecimento sobre fatores de risco e sinais de alerta é essencial para evitar atrasos no diagnóstico. Além disso, campanhas de educação em escolas e redes sociais podem contribuir para que casos semelhantes ao dela não sejam negligenciados.

O episódio vivido por Isla evidencia que o excesso de confiança em faixas etárias consideradas de baixo risco pode atrasar procedimentos fundamentais, como biópsias e exames de imagem. A jovem alerta que a insistência por atendimento adequado muitas vezes é necessária, mesmo diante de afirmações de que “não se examina quem é muito novo”. Especialistas concluem que a abordagem clínica deve priorizar sintomas e histórico familiar, e não apenas a idade, para determinar a conduta diagnóstica.

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