
Momento de celebração na nova era dos Grand Slams (Foto: Instagram)
Pela primeira vez desde 2012, um trio de tenistas atingiu as semifinais nos quatro torneios do Grand Slam de maneira consecutiva, repetindo um feito que só havia sido alcançado por Nadal, Djokovic e Murray nas temporadas de 2011 e 2012. Essa nova sequência demonstra consistência de alto nível nas quadras de diferentes superfícies, algo raro no circuito profissional.
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O feito abrange o Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open, onde os três competidores demonstraram resistência física e mental para superar adversários de primeira linha, independentemente do piso — seja piso duro, saibro ou grama —, o que ressalta a versatilidade incomum desse trio em um cenário marcado pela especialização cada vez maior dos atletas.
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Os quatro torneios do Grand Slam formam o calendário mais prestigioso do tênis mundial. O Australian Open abre a temporada em quadra rápida, seguido por Roland Garros em saibro, Wimbledon em grama e, por fim, o US Open, de volta ao piso duro. Alcançar a fase semifinal em cada uma dessas competições exige não apenas adaptação a diferentes características, como também preparo físico rigoroso para suportar jogos longos, viagens intensas e mudanças bruscas de clima e altitude.
Em 2011 e 2012, Nadal, Djokovic e Murray estabeleceram um padrão de domínio que perdurou por várias edições de cada Major. Nadal, com seu jogo pesado e consistência no saibro, Djokovic, com movimentação impecável e resistência, e Murray, com variações táticas e devoluções precisas, formaram o que muitos consideram uma “geração de ouro” no tênis masculino. Naquela época, o desempenho desse trio reacendeu debates sobre rivalidades históricas e sobre a capacidade de manter alta performance em sequência. Agora, quase uma década depois, a repetição desse triunfo coletivo evidencia uma nova safra igualmente talentosa e equilibrada.
Embora os nomes específicos deste novo capítulo não sejam os mesmos, o paralelo com Nadal, Djokovic e Murray coloca o grupo atual em posição de destaque. A comparação remete à importância de ter três jogadores capazes de sustentar campanhas longas em quatro eventos de porte máximo, sinalizando possível renovação na elite do esporte. Além disso, o feito realça todo um trabalho de preparação física, técnica e mental, que envolve equipes compostas por treinadores, fisioterapeutas e especialistas em performance.
Com cada Major apresentando quadras e condições de jogo únicas, o trio demonstra sinergia ao ajustar estratégias e manter o nível de jogo diante de adversários variados. Este desempenho sugere também potencial para disputas emocionantes nas finais, atraindo atenção global e elevando as expectativas para temporadas futuras. O registro marca mais um capítulo na evolução do tênis, celebrando a excelência conjunta e estabelecendo um novo parâmetro de consistência em Grand Slams.

