
Disparo contra residência: adegueiro atira após reclamações de barulho e criança quase é atingida (Foto: Instagram)
O dono da adega teria disparado contra a residência em retaliação às reclamações da dona da casa após conflitos constantes entre vizinhos, segundo testemunhas. O ataque aconteceu em uma noite recente, quando a proprietária e seus familiares reclamaram do volume de vozes e do movimento no estabelecimento. Durante um momento de tensão, uma criança que estava próxima à janela quase foi atingida por um projétil na altura da cabeça, fato que acendeu o alerta de quem passava pelo local e obrigou a família a buscar abrigo imediato.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Imediatamente após os disparos, moradores da rua acionaram socorro e registraram boletim de ocorrência, relatando a fuga do suposto autor dos tiros. A dona da casa relatou que já havia conversado pacificamente com o dono da adega sobre barulho, mas não imaginava que a situação resultaria em violência armada. Câmeras de segurança de residências próximas podem ter captado o momento exato dos disparos e serão fundamentais para a investigação.
++ Coreia do Norte condena bebê de 2 anos à prisão perpétua por família ter em casa uma bíblia
Equipes policiais que atenderam a ocorrência classificaram o caso como tentativa de homicídio qualificado, já que o disparo atingiu área residencial e colocou em risco a vida de uma criança. A arma usada não foi localizada no local do crime, o que levou agentes a abrirem diligências em pontos comuns de comércio e transeuntes que teriam presenciado a ação. A dona da casa deve ser ouvida em detalhes sobre o histórico de desentendimentos e possíveis ameaças anteriores.
O episódio reforça a importância da mediação de conflitos entre vizinhos, especialmente quando envolve estabelecimentos comerciais com circulação de clientes. No Brasil, a legislação sobre posse e porte de armas prevê penalidades severas para quem faz uso indevido, sobretudo em áreas urbanas. Em situações de incômodo repetitivo, especialistas recomendam registrar notificações formais em delegacia de polícia e buscar auxílio da Defensoria Pública ou de órgãos municipais antes que o conflito escale para a violência.
Em diversos casos semelhantes, a intervenção de autoridades locais e o diálogo mediado por conciliadores têm evitado desfechos como este. Agora, a família da criança e vizinhos aguardam desdobramentos sobre a prisão do responsável e o encaminhamento de medidas protetivas. Enquanto isso, moradores relatam sentimento de insegurança e pedem reforço no patrulhamento do bairro e a instalação de equipamentos de iluminação e câmeras de monitoramento para evitar novos episódios de violência.

