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Ministro do STF, relator do caso Master, recebe pedido da PF para abrir inquérito e vai aguardar a PGR

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Ministro do STF, relator do caso Master, aguarda parecer da PGR sobre novo inquérito (Foto: Instagram)

O ministro do STF, relator do caso Master, recebeu nesta semana o pedido formal da Polícia Federal (PF) para instaurar um inquérito destinado a investigar um grupo de influenciadores. O documento chegou ao gabinete do magistrado e agora segue para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR), conforme estabelece o rito processual. A medida marca o aprofundamento das apurações e sinaliza a abertura de uma etapa mais detalhada no procedimento criminal.

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Em caráter preliminar, a PF solicitou a abertura do inquérito com base em indícios coletados durante diligências anteriores, as quais envolveram o exame de perfis digitais e a colheita de depoimentos. Agora, o ministro do STF, relator do caso Master, deve esperar o posicionamento da PGR antes de decidir sobre a formalização do novo procedimento investigativo. A Procuradoria-Geral da República dispõe de prazo legal para emitir parecer favorável ou apresentar objeções ao pedido apresentado pela PF.

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Como relator, o ministro do STF tem a responsabilidade de acompanhar todos os atos procedimentais relacionados ao caso Master, supervisionando o curso das investigações e decidindo sobre eventuais pedidos de diligências complementares. O Supremo Tribunal Federal é a instância máxima do Poder Judiciário brasileiro e tem competência originária para apurar fatos que envolvam autoridades com foro privilegiado e temas de grande repercussão nacional. O gabinete do relator recebe petições, notas técnicas e documentos encaminhados pelas forças de segurança, como a PF, antes de deliberar sobre cada etapa do processo.

A Procuradoria-Geral da República exerce o papel de fiscal da lei em questões que tramitam no STF, podendo concordar ou opinar contra a abertura de inquérito. Após receber o pedido da Polícia Federal, a PGR é consultada para verificar a consistência jurídica do requerimento, avaliar a suficiência de provas iniciais e verificar se o procedimento respeita as garantias constitucionais. Somente após esse crivo é que o relator poderá decretar o início formal do inquérito, autorizando, por exemplo, quebras de sigilo, oitivas de testemunhas e perícias.

O inquérito atua como fase investigativa pré-processual, em que a PF reúne provas materiais, digitais e testemunhais. Caso o ministro do STF autorize, a Polícia Federal poderá solicitar mandados de busca e apreensão, interceptações telefônicas ou telemáticas e outros meios de obtenção de prova previstos no Código de Processo Penal. Encerrada a investigação, o material é encaminhado à PGR, que decide se oferece denúncia à Corte ou arquiva o procedimento por ausência de elementos suficientes.

O caso Master ganhou destaque ao envolver influenciadores digitais acusados de práticas ilícitas e de uso de plataformas online para supostas fraudes. Até o momento, o ministro do STF, relator do caso Master, e a PGR mantêm diálogo técnico para assegurar a observância das normas legais. A conclusão dessa fase inicial pode levar a eventuais medidas judiciais e reforça o papel da cooperação entre a PF, a PGR e o STF na luta contra crimes cibernéticos e de colarinho branco.

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