
Mercosul e UE reafirmam pacto pelo multilateralismo e livre-comércio (Foto: Instagram)
O tratado reafirma a opção pelo multilateralismo e o livre-comércio diante do aumento de medidas protecionistas adotadas pelos EUA e da crescente polarização entre China e EUA. A iniciativa sublinha a importância de manter diálogos abertos e coordenação entre diferentes nações, buscando fortalecer sistemas de governança global que facilitem trocas comerciais sem barreiras excessivas.
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Em seu texto, o acordo destaca que o caminho do multilateralismo implica negociações que envolvem múltiplos participantes, em contraste com ações unilaterais que podem restringir o acesso a mercados internacionais. Sob esse prisma, as decisões tomadas por Washington, D.C., têm sido vistas como expressão de protecionismo americano, ocasionando retaliações e tensões em cadeias de fornecimento globais.
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O trecho relativo ao livre-comércio ressalta que a redução ou eliminação de tarifas e barreiras alfandegárias tende a gerar benefícios como preços mais baixos para consumidores, maior variedade de produtos e maior eficiência na alocação de recursos. A história demonstra que acordos regionais e multilaterais, quando bem estruturados, podem impulsionar o crescimento econômico e o desenvolvimento de setores produtivos.
No mesmo documento, observa-se que a rivalidade entre China e EUA se traduz em disputas tecnológicas, econômicas e diplomáticas, o que pressiona países terceiros a escolher lados ou a buscar fóruns multissetoriais para amenizar conflitos. Nesse contexto, reitera-se o compromisso com negociações que envolvam múltiplas nações, evitando divisões definidas exclusivamente por influências das duas superpotências.
Ao reforçar a postura pelo multilateralismo e pelo livre-comércio, o tratado pretende oferecer um contraponto ao protecionismo americano e, ao mesmo tempo, propor alternativas ao alinhamento estrito com qualquer dos polos. A ideia central é preservar a abertura dos mercados, promover inserção global equilibrada e garantir que disputas entre China e EUA não se convertam em barreiras permanentes à cooperação internacional.

