
Suspeita chega à delegacia após prisão em flagrante na residência de Beatriz Calegari de Paula (Foto: Instagram)
Beatriz Calegari de Paula foi localizada sem vida ao lado de uma piscina em sua residência no dia 16 de janeiro. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Civil, que iniciaram de imediato as investigações. Uma amiga de Beatriz Calegari de Paula foi detida em flagrante e permanece sob custódia enquanto as apurações seguem. Até o momento, não há confirmação sobre a motivação do crime, e o inquérito busca elucidar todas as circunstâncias do que ocorreu naquele imóvel.
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O boletim de ocorrência registra que o chamado às autoridades deu-se por volta das primeiras horas da manhã, quando vizinhos perceberam movimentação fora do habitual na casa de Beatriz Calegari de Paula. Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram sinais de violência no local e acionaram o Instituto Médico-Legal (IML) para recolher o corpo. A amiga, cuja identidade não foi divulgada, foi presa em flagrante no local, sob suspeita de envolvimento direto no ocorrido e encaminhada para prestar depoimento.
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Nas etapas iniciais do inquérito, os peritos realizam exames no corpo de Beatriz Calegari de Paula, incluindo necropsia e análise toxicológica, para identificar a causa exata da morte e eventuais substâncias presentes no organismo. Além disso, a perícia técnico-científica inspeciona a cena do crime, coletando vestígios, fotografias e possíveis digitais na área ao redor da piscina. Esse procedimento é fundamental para reconstruir o que ocorreu e estabelecer a dinâmica dos fatos, contribuindo para a responsabilização criminal.
A legislação brasileira prevê que qualquer pessoa presa em flagrante tem direito a representação jurídica e à assistência de um defensor, seja dativo ou particular. Após a prisão, a amiga de Beatriz Calegari de Paula passou por audiência de custódia, na qual o juízo de direito avaliou a legalidade da detenção e as condições para eventual prisão preventiva. Essa medida cautelar, quando decretada, visa garantir a ordem pública, a aplicação da lei penal ou a segurança da investigação.
Casos de morte em área de piscina demandam atenção especial dos investigadores, já que as circunstâncias ambientais podem influenciar na preservação de provas. A água, por exemplo, pode apagar vestígios de material biológico, exigindo a utilização de técnicas avançadas de coleta e conservação. A perícia hidroforense é uma especialidade dentro da criminologia que aborda precisamente essa interface entre ambiente aquático e evidências forenses, garantindo maior precisão na elucidação de incidentes semelhantes.
Até a conclusão do inquérito, a identidade da amiga de Beatriz Calegari de Paula e as motivações do crime permanecem sob sigilo, conforme determina o Código de Processo Penal. A Polícia Civil mantém a investigação em andamento e analisa depoimentos, laudos periciais e eventuais imagens de câmeras de segurança. O resultado dessas diligências será encaminhado ao Ministério Público, que decidirá pela oferta de denúncia ou pelo arquivamento, de acordo com o conjunto probatório reunido.

