
Governadora de Pernambuco defende debate técnico sobre a Polícia Civil (Foto: Instagram)
Governadora defendeu a Polícia Civil de Pernambuco, destacando que o “tema técnico” relacionado à estrutura e ao funcionamento da corporação vem sendo apresentado como um “palco eleitoreiro”, em vez de abordado com o cuidado e a profundidade que o assunto exige. Segundo a mandatária, a discussão sobre recursos, procedimentos investigativos e melhorias na atuação policial deveria ocorrer com base em dados e pareceres especializados, e não como estratégia de campanha.
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A governadora avaliou que, ao transformar questões operacionais e orçamentárias da Polícia Civil de Pernambuco em peça de marketing político, opositores acabam desviando o foco das necessidades reais da população. Para ela, os debates sobre contratação de profissionais, investimentos em tecnologia e protocolos de investigação policial não se prestam a manobras eleitorais, mas sim a decisões fundamentadas em estudos e relatórios técnicos.
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A Polícia Civil de Pernambuco é a instituição responsável pela apuração de infrações penais de competência estadual, atuando em áreas como homicídios, crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas. Estruturada em delegateias especializadas, a corporação conta com delegados, escrivães e agentes que, juntos, buscam esclarecer ocorrências e levar suspeitos à Justiça. Ao longo dos últimos anos, a Polícia Civil de Pernambuco enfrentou desafios como déficit de efetivo, necessidade de modernização de laboratórios e carência de viaturas adequadas.
Em sua fala, a governadora ressaltou o valor de apresentar propostas embasadas em diagnósticos oficiais, indicadores de segurança e best practices internacionais. Ela argumentou que tratar o “tema técnico” apenas como bandeira eleitoral compromete a credibilidade das instituições de investigação e fragiliza a confiança da sociedade. No entender da gestora, o debate deve ser travado com transparência, participação de especialistas e atenção ao impacto real das medidas propostas.
Ao defender a apuração isenta e a autonomia de equipes policiais, a governadora chamou atenção para os riscos de politização excessiva. Segundo ela, quando as pautas institucionais são aproveitadas para disputa de votos, há maior probabilidade de decisões equivocadas, pressões indevidas sobre servidores e retrocessos no combate à criminalidade. A oficial ressaltou ainda que o fortalecimento da Polícia Civil de Pernambuco depende de planejamento de longo prazo, com alocação de recursos adequados e programas de capacitação continuada.
Por fim, a governadora reafirmou seu compromisso de manter o diálogo aberto com representantes de classe, órgãos de controle e sociedade civil, garantindo que a Polícia Civil de Pernambuco atue de forma técnica, eficiente e isenta de motivações eleitorais. Ela conclamou todos os envolvidos a distinguir claramente as necessidades operacionais dos interesses partidários, em busca de soluções que promovam segurança pública e respeito às leis.

