Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

40% da população brasileira apresenta gordura no fígado e pode evoluir para cirrose se não tratada

Date:


Esteatose hepática: diagnóstico precoce e prevenção são fundamentais (Foto: Instagram)

Estudos recentes indicam que 40% da população brasileira convive com o acúmulo excessivo de gordura nas células hepáticas, condição chamada de esteatose hepática. Esse depósito lipídico no fígado, quando não tem intervenção clínica ou mudanças no estilo de vida, tende a progredir para quadros mais graves, como fibrose e cirrose, podendo culminar em insuficiência hepática. O diagnóstico precoce e o manejo adequado são fundamentais para interromper essa progressão silenciosa.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

A esteatose hepática não alcoólica está associada, principalmente, a fatores metabólicos, como obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. Em muitos casos, pacientes com sobrepeso ou obesidade apresentam alterações no perfil lipídico e níveis elevados de triglicerídeos, o que favorece o acúmulo de gordura no fígado. Além disso, hábitos alimentares ricos em gorduras saturadas e carboidratos refinados, aliados ao sedentarismo, potencializam o risco de inflamação e lesão hepática.
++ Coreia do Norte condena bebê de 2 anos à prisão perpétua por família ter em casa uma bíblia

Para confirmar o acúmulo de gordura no fígado, médicos recorrem a exames de imagem, como ultrassonografia abdominal e elastografia hepática, além de avaliações laboratoriais das enzimas hepáticas (ALT, AST e GGT). Em determinados casos, a biópsia hepática ainda é o padrão-ouro para mensurar o grau de inflamação e fibrose. Esses procedimentos permitem estratificar o estágio da doença e planejar a conduta terapêutica mais adequada para cada paciente.

O tratamento da esteatose hepática envolve, prioritariamente, mudanças no estilo de vida: adoção de uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes, fibras e gorduras saudáveis, combinada a programas regulares de atividade física. O controle rigoroso de comorbidades, como hipertensão arterial e diabetes, também desempenha papel crucial. Pesquisas em andamento avaliam medicamentos que atuam diretamente na redução da inflamação e na melhora sensível dos marcadores hepáticos, mas, até o momento, nenhuma droga específica substitui a promoção de hábitos saudáveis.

A evolução para cirrose e insuficiência hepática confere maior risco de complicações, como hipertensão portal e carcinoma hepatocelular, além de reduzir significativamente a qualidade de vida. Por isso, a conscientização sobre os fatores de risco e a adesão ao acompanhamento médico são pilares na prevenção. A identificação precoce e a intervenção multidisciplinar, envolvendo médicos, nutricionistas e educadores físicos, são essenciais para frear o avanço da esteatose hepática na população brasileira.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Translate »