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André de Lima Torres Pereira é investigado por feminicídio de ex-companheira com espancamento; filha de 2 anos estava ao lado

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Viatura da Polícia Civil em frente à residência onde ocorreu o crime (Foto: Instagram)

André de Lima Torres Pereira é suspeito de ter provocado a morte de sua ex-companheira após espancá-la brutalmente. Segundo as primeiras informações da polícia, o crime teria ocorrido dentro da residência do casal, onde a vítima foi encontrada sem sinais vitais.

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A filha de 2 anos da vítima estava em um berço próximo ao local em que o corpo foi descoberto, mas não se feriu. Testemunhas relatam que o pequeno quarto vizinho à cena do crime apresentava sinais de tumulto, sugerindo que a criança pode ter presenciado parte da violência.

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Em casos como este, enquadrados pela legislação brasileira como feminicídio quando há morte de mulher por violência de gênero, o inquérito reúne depoimentos de vizinhos, familiares e equipes de resgate. A Polícia Civil costuma requisitar exames periciais para comprovar a dinâmica do espancamento e avaliar possíveis vestígios de defesa da vítima.

A investigação deve incluir perícia no berço e em outros pontos da casa para entender se havia intenção de atingir a criança ou se o bebê foi mantido ileso propositalmente. O laudo de necropsia da vítima e a análise de discos de vigilância podem fornecer provas cruciais sobre o modo e horário do crime.

Especialistas em psicologia infantil destacam que mesmo sem ferimentos físicos, testemunhar um episódio de violência extrema pode causar traumas de longo prazo na menina de 2 anos. Programas de apoio psicológico e acompanhamento social são recomendados para minimizar os efeitos do estresse pós-traumático.

O caso de André de Lima Torres Pereira reforça a urgência de políticas públicas de combate à violência doméstica. Autoridades enfatizam a necessidade de redes de proteção e de linhas de denúncia, como o Disque 180, que oferecem orientação e acolhimento a mulheres em situação de risco.

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