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CEB diz que cercas nas quadras 700 dificultam atendimento de reparos, afirmam moradores

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Portão bloqueia acesso a manilha de inspeção elétrica nas quadras 700 (Foto: Instagram)

Segundo moradores das quadras 700, a CEB aponta que as cercas construídas têm causado dificuldade no atendimento das solicitações de reparo. Os residentes afirmam que, desde a instalação das barreiras físicas ao redor das propriedades, as equipes de manutenção esbarram em impedimentos para chegar até os postes e cabines elétricas. A situação tem gerado protestos e pedidos de providências junto à companhia.
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Os bairros agrupados no conjunto conhecido como quadras 700 ficam em uma região estratégica no Distrito Federal, próxima a vias principais e com grande concentração habitacional. A Companhia Energética de Brasília (CEB) é responsável pelo fornecimento e pela manutenção da rede elétrica nessa área, atendendo milhares de consumidores residenciais e comerciais. Segundo relatos, a instalação de cercas particulares impede o acesso de caminhões-guincho, caminhões de manutenção e de técnicos que precisam chegar aos equipamentos para vistoria, conserto de cabos e eventual substituição de postes.
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As demandas por reparos envolvem quedas de energia, cabos rompidos por intempéries e manutenção preventiva em transformadores. Quando as equipes da CEB são acionadas, é fundamental que o acesso seja rápido e seguro, para evitar maiores transtornos e riscos a moradores e profissionais. No entanto, de acordo com as reclamações, a existência de portões trancados e trechos de muro ou tela criou um entrave. Alguns moradores disseram que chegam a aguardar mais de 48 horas por atendimento, porque primeiro precisam notificar vizinhos ou retirar manualmente as cercas, o que atrasa todo o procedimento.

A CEB, por meio de nota oficial, explicou que sempre busca cumprir protocolos de segurança e eficiência, mas que a obstrução do acesso à rede elétrica demanda processo interno de liberação de entrada, vistoria prévia e, em alguns casos, acordo com o proprietário. A empresa ressaltou ainda que, em empreendimentos novos ou em áreas em que o projeto original previa espaço livre em torno da rede, essas cercas não causariam impacto. No entanto, nas quadras 700, muitos lotes sofreram alterações em conformidade com plantas particulares, sem comunicação prévia à distribuidora.

Historicamente, as quadras 700 passaram por processo de regularização fundiária e, com isso, várias construções foram erguidas pelos próprios moradores. Esse movimento fez surgir cercamentos para delimitar terrenos e garantir privacidade. Mesmo assim, não existia ainda um alinhamento claro sobre as distâncias mínimas entre cerca e rede elétrica. A falta de normatização acabou gerando o cenário atual, em que a CEB argumenta não ter acesso irrestrito aos ativos, embora a legislação de serviço público exija passagem e espaço de manobra adequados.

Para amenizar o impasse, representantes da CEB e líderes comunitários marcaram uma reunião para discutir possíveis soluções, como a revisão de projetos de cercamento, adoção de cercas removíveis ou gradeadas que facilitem a passagem de equipamentos. Além disso, está em análise a possibilidade de campanhas de orientação aos moradores, a fim de esclarecer normas técnicas e legais sobre os limites de ocupação ao redor dos equipamentos elétricos.

Com o diálogo aberto, moradores das quadras 700 esperam que a CEB reduza os prazos de atendimento e que as soluções propostas evitem riscos de acidentes e os transtornos causados por horas sem energia. Enquanto isso, a companhia energética reforça o compromisso com a segurança e o abastecimento regular para toda a população atendida.

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